Peça “Chico Xavier, O Anjo da Escrita Iluminada”

Boa tarde, pessoal!

Esse é um convite para Peça “Chico Xavier, O Anjo da Escrita Iluminada” que ocorrerá na sala Martins Pena nos dias 03 e 04/05/12 em benefício ao Lar Bezerra de Menezes, contamos com o apoio de todos.

No vídeo abaixo é possível ver um teaser da apresentação. Contamos com a presença de todos!

Caríssimos,Ess…

Caríssimos,

Esse sábado na preparação de ambiente da juventude do GEABL, das 17h às 17h30,  faremos uma reunião de pauta do Blog!

Discutiremos ideias, sugestões e o que está rolando no movimento espirita…que é legal de ser lido, curtido e comentado no nosso Blog, pois ele é construído por nós!

Se preparem, levem ideias!
Espero todos no sábado!!
Abraços e Beijos!
JIZ

“O papel da educação no processo de Transição Planetária”, palestra por Sandra Borba

por Cristiane Vasconcelos

Quando pensamos na importância da educação para os homens, pensamos na educação intelectual, feita pelos livros. Sem dúvida, essa é uma forma de educação necessária, mas, para sermos dignos de viver em mundo de regeneração, os ensinamentos da Doutrina Espírita nos lembram que é imprescindível evoluirmos na educação moral. A pedagoga e espírita Sandra Borba trouxe em sua palestra aspectos desse desenvolvimento moral e como podemos verdadeiramente colocá-lo em prática.

Sandra começou destacando que a mudança dos homens não acontece com a mudança do calendário. Mais do que esperar por datas específicas para a transformação da Terra, devemos agir em nossa transformação íntima. E as oportunidades para isso nos são oferecidas diariamente na vida terrena. “Somos criados simples e ignorantes e estamos destinados à perfeição. Nesse processo é que nos deparamos com os maiores problemas”, diz. E precisamos passar por tudo isso para nos instruir e, segundo o Espírito de Verdade, para que cada um construa sua individualidade.

Sandra Borba (foto por Edson Gês)

Nesse contexto, a arte da educação moral deve ser conhecida, compreendida e utilizada pelo homem para que, seguindo esses hábitos morais adquiridos, atravesse de forma menos penosa os dias que lhe são inevitáveis. Segundo Sandra, vivemos numa época em que as pessoas sofrem com crises de valores e um vazio existencial, levando ao imediatismo e individualidade em seus atos e pensamentos. “Mais do que uma crise social ou econômica, vivemos uma crise ética, pedagógica e educacional, em todas as estâncias e instituições”. E, para Sandra, isso se deve em grande parte a falta de métodos formativos de caráter, seja na família, na escola ou nas instituições. “Cada vez mais Espíritos chegam a esse mundo, temos que pensar nos cuidados para formação moral dessas crianças”, ressalta.

Sandra nos faz um chamado contra o desânimo frente a esse cenário, pois estamos aqui para nos instruir no processo que envolve lutas e tribulações. Nós espíritas, podemos fazer nossa parte no desenvolvimento moral não só dos homens, mas antes, na educação moral do Espírito. Ela lembra que o Espírito de Joana de Ângelis nos falou que temos duas fatalidades definidas, a primeira é que vamos nascer e a segunda é que nascemos pra ser feliz. A justiça divina se manifesta assim nas experiências reencarnatórias, “cenários de aprendizagem onde vivenciamos nossa educação moral”. Nesses processos, temos que ter a consciência também que as expiações que passaremos não devem ser somente imposições da nossa missão, mas muitas vezes efeitos de causas que nós mesmos provocamos. Daí o cuidado constante com nosso comportamento. Sandra destacou ainda que “o progresso moral é algo que deve ser internalizado. A regeneração em nós deve ser nossa primeira preocupação, sem isso, todo o conhecimento será mera informação”, e terminou dizendo: “Lembremos o que Jesus disse no sermão da Montanha, vóis sois o sal da Terra, brilhe sua voz diante dos homens”.

Sandra Borba durante a palestra (foto por Edson Gês)

Alberto Almeida fala do amor para os novos tempos

por Lea Cunha

Em tempos de oportunidade, para sair do estágio em que estamos para o estágio de regeneração, o médico homeopata, com formação em Psicologia Transpessoal e Terapia Familiar, Alberto Almeida falou, na manhã deste domingo (15/04), sobre o nível de amorosidade capaz de fazer face às novas demandas da Terra.

Almeida iniciou a palestra “O amor para os novos tempos” propondo algumas reflexões, como: “eu amo ou eu desejo ser amado?”, “eu amo essa pessoa ou eu amo ter essa pessoa ao meu lado?” e “o amor que eu amo é amor ou projeção das minhas necessidades?”.

Em um breve inventário sobre o que a humanidade conseguiu construir, ele viajou pelas culturas e desvendou um pouco da evolução do amor. O Hinduísmo promoveu o encontro do “si” em cada um. O Taoísmo, na dualidade de yin e yang, desmitificou o prevalecimento de alguma das partes. O amor, já pelo Ocidente, na Grécia, trouxe a fixação do olhar de si mesmo pelos olhos do outro, preconizando o amor à nossa imagem espelhada. Tal como a figura de Narciso, a maior parte das pessoas afoga-se, o que torna as frustrações inevitáveis.

Alberto Almeida (foto por Edson Gês)

Com o Judaísmo, ainda, viabilizou-se que o outro é também um sujeito. Ensinou que é preciso ver o outro para além de nós mesmos, e que a necessidade do próximo também deve ser observada. Nessa perspectiva Judaica, nasceu Jesus Cristo, que incrementou as relações de amor afirmando que somos capazes de amar ainda aquele que nos persegue, coroando assim o amor pelos nossos inimigos. Durante a palestra, Alberto Almeida trouxe suas experiências de terapeuta, apontando que o inimigo que devemos amar está, principalmente, dentro de nós mesmos.

 

Olhar para dentro

 “Só existem inimigos fora de nós porque há um inimigo por dentro. O inimigo interno faz-me competente para odiar o inimigo externo. Criamos alvos de conflitos porque não conseguimos amar a nós mesmos. O obsessor interno limita a nossa desenvoltura amorosa, pois ninguém consegue amar plenamente quando não se ama a si mesmo”.

Alberto Almeida

 Segundo ele, as dificuldades das nossas relações dizem muito sobre nosso íntimo. E o que há em mim deve ser revisitado, a fim de diminuir as dores existentes nas relações. “O aprisionamento do ego estimula a formação do amor nas bases no egoísmo. Disfuncionalidades do amor podem gerar sofrimento ou gerar indivíduos que busquem o sofrimento. Às vezes amamos pelo que mais precisamos. Ou buscamos no outro a energia adormecida em nós ou amamos pelas semelhanças, pela igualdade de pontos cegos”, explica. Alberto afirmou que amar é poder trabalhar-se naquilo que não está bom.

Regeneração

Alberto Almeida concluiu a apresentação elucidando que, após conseguirmos amar os nossos inimigos internos, conseguiremos deixar o outro ser o que ele é, e passaremos a querer amar, pois quem é amado está na infância, e quem ama atingiu a maturidade. Chegaremos ao estágio de amar os mendigos morais, os presos das drogas, as vítimas e os algozes de violências.

“Seremos chamados a amar os pequeninos que povoam as ruas, a amar os que deveriam ser melhores governantes e legisladores. Jesus te chama para o reencontro. Amar quem está no desencontro da lei do amor. Você, que está consciente dessa necessidade, irá amar”, finalizou.

Encerramento 2ºCEDF

A última atividade do 2º CEDF está sendo realizada neste momento. Um momento de perguntas e respostas, de interação mais direta com os expositores e de reflexão sobre temas quotidianos relacionados à transição planetária e, principalmente, à modificação da humanidade que ruma à sua evolução.

Outras informações, bem como imagens de todos os dias de evento e links interessantes para divulgadores espíritas podem ser encontradas no blog oficial do Congresso: http://2congressoespiritadf.wordpress.com/

por Davi Marco Lyra Leite

Atividades para Crianças

Enquanto os jovens tiveram um dia de sábado com programação especial, o domingo resevour várias atividades para as crianças do movimento espírita do Distrito Federal.

Os pequenos, com idades entre 7 e 12 anos, entraram em contato com o processo de transformação pelo qual passa o nosso planeta e seus habitantes. Elas foram questionadas sobre o certo e o errado na ótica da Doutrina Espírita e segundo Iracema, coordenadora da Diretoria de Infância e Juventude da Federação Espírita do Distrito Federal (FeDF), a reação foi muito boa.

Por exemplo: fizemos uma dinâmica com eles, na qual, uma lixeira estava tomada com lixo espalhado em volta e perguntamos se isso é certo ou errado. Foi unânime a declaração de que aquela situação não estava certa

Iracema, coordenadora do DIJ/FeDF.

Crianças nas atividades da manhã (foto por Tio Ito)

Segundo ela, são respostas como essas que dão a segurança para que se afirme que as crianças estão bem preparadas e, especialmente, abertas a ajudar o próximo. “Essa constatação é, certamente, fruto das atividades de evangelização, que ocorrem nas casas espíritas e, de modo muito especial, nos lares dessas crianças”, declarou a coordenadora do DIJ/FeDF.

Augusto e Tita, do Atualpa, durante a atividade para as crianças (foto por Tio Ito)

Pelos dados da FeDF:

  • 64 crianças participam do Congresso.
  • A idade delas varia entre 7 a 12 anos.
  • 80% das crianças participantes foram inscritas na sexta-feira, dia 13, primeiro dia do congresso.
  • 30 voluntários foram mobilizados especificamente para essas atividades.

Assim, como disse o Cristo:

Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais, pois dela é o Reino dos Céus“. (Mt. 19-14)

por Davi Marco Lyra Leite e Aurélio Prado