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Mortes Coletivas

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Divaldo Franco Responde sobre mortes coletivas

5) Aprendemos que, para a espiritualidade superior, não existe improviso. Como é o atendimento, como é o preparativo dessa espiritualidade superior no caso desses eventos? Anteriormente e também depois que ocorre, tanto para os desencarnados como para os que ficam?

Divaldo Franco: Poderia parecer que os benfeitores programam a desencarnação coletiva. Não é exatamente assim. Quando as circunstâncias mesológicas favorecem o acidente, os benfeitores têm conhecimento anterior. Vamos imaginar a possibilidade de uma falha em qualquer um dos equipamentos, a possibilidade de equívoco humano, os fatores climatéricos, as circunstâncias geológicas como terremotos, maremotos, erupções vulcânicas, tsunamis, então uma lei de afinidades atrai os indivíduos àquele evento que ensejará a libertação dos crimes do passado em forma coletiva.

Ficou tristemente célebre no Brasil e no mundo o incêndio de um circo em Niterói, quando crianças, aos milhares, perderam a vida biológica e centenas de pais ficaram em grande desespero. Na ocasião, em uma página de incomparável beleza, o Espírito irmão X, pseudônimo de Humberto de Campos, através da mediunidade do venerando apóstolo Francisco Cândido Xavier, narrou o que teria sido a sua causa anterior, centrada numa ocorrência grave do tempo do cristianismo primitivo. Então a lei demorou aproximadamente dezenove, quase vinte séculos, para reunir os Espíritos delituosos e, num acontecimento fortuito, o toldo do circo foi levado às chamas e com um alto poder de combustão caiu sobre a multidão, sendo devorada pelas chamas.

A Divindade, portanto, permite que os fatores mesológicos, assim como os propiciatórios sejam previstos pelos mentores, que também contribuem para reunir to dos esses seres que estão vinculados entre si, ocorrendo, desse modo, uma pré-programação.

Certo dia o Espírito Joanna de Ângelis disse-me: “O acaso, o improviso nas leis soberanas seria o resultado de um trabalho muito bem elaborado para dar certo naquele momento, que é o objetivo da programação. Mas esses espíritos, por outro lado, os que desencarnam, são recebidos por seus familiares no Além, por outras entidades amorosas, qual ocorria nos espetáculos do circo romano, nos períodos do cristianismo primitivo. Quando as feras dilaceravam as carnes e os Espíritos se libertavam, hosanas estavam cantando no ar, outros mártires que os haviam precedido recebiam-nos e os levavam às regiões felizes. Nas grandes dores, nas grandes tragédias, sempre está presente a misericórdia de Deus compensando as aflições de todos.

Texto extraído do livro Divaldo Franco Responde

Vida de moradores de rua tem reviravolta após devolução de dinheiro

Em menos de 24 horas um casal de catadores de material reciclável que vive debaixo de um viaduto no Tatuapé, zona leste de São Paulo, viu sua vida virar do avesso.

No período, eles acharam R$ 20 mil furtados de um restaurante, entregaram o valor para a polícia e apareceram em emissoras de TV como exemplo de honestidade.

Mas teve mais. Os dois ainda se encontraram com os donos do dinheiro, foram ameaçados pelos ladrões, conseguiram um teto provisório, receberam propostas de emprego e um convite para voltar ao Maranhão reencontrar a família de um deles.

A reviravolta na vida de Rejaniel de Jesus Silva Santos, 36, e de Sandra Regina Domingues, que não sabe a própria idade, começou por volta das 3h30 de ontem, quando acordaram com o alarme de um restaurante tocando.

Joel Silva/Folhapress
Moradores de rua Rejaniel de Jesus Silva Santos é cumprimentado por Daniel Uemura, sócio do Hokkai Suchi
Moradores de rua Rejaniel de Jesus Silva Santos é cumprimentado por Daniel Uemura, sócio do Hokkai Suchi

Levantaram-se e foram ver o que estava acontecendo. Enquanto caminhavam, Santos achou, debaixo de uma árvore próxima a um ponto de ônibus, duas sacolas e uma bolsa preta com cédulas, moedas e comprovantes de pagamentos de cartões de crédito.

Quando ele abriu, espantou-se com o que viu. Eram cerca de R$ 20 mil.”A primeira coisa que veio na minha cabeça foi avisar a polícia”, afirmou ao lado de policiais no 30º DP (Tatuapé).

Por meio dos comprovantes de pagamento, os policiais chegaram ao restaurante Hokkai Sushi. Lá, constataram que uma janela tinha sido arrombada e o dinheiro do caixa levado. A polícia acredita que os bandidos deixaram o dinheiro embaixo da árvore pois havia policiais por perto e voltariam mais tarde.

No meio da manhã, os representantes do restaurante foram à delegacia, conheceram os dois sem-teto e receberam o dinheiro de volta.

“Estamos muito agradecidos. Foi um ato de extrema humildade e honestidade que precisa ser valorizado”, afirmou um dos sócios do restaurante, Daniel Uemura, 23.

Zé Carlos Barretta/Folhapress
Rejaniel de Jesus Silva e a mulher, Sandra Regina Domingues, no 30º DP do Tatuapé´após entregarem o dinheiro
Rejaniel e a mulher, Sandra Regina Domingues, no 30º DP do Tatuapé após entregarem o dinheiro à PM

Agradecidos, os donos da empresa deram duas opções ao casal. Uma delas são cursos de qualificação para trabalhar numa das unidades da empresa (além de restaurantes, o grupo tem peixarias e distribuidoras de pescados).

A outra são passagens e ajuda ao casal para se mudarem para o Maranhão, onde vive a família de Santos, que ele não vê há 16 anos.

Antes de decidirem o que farão, terão de enfrentar um problema. Segundo o casal, os ladrões que furtaram o Hokkai Sushi os ameaçaram. Por isso, desde ontem, foram instalados pelos empresários em um hotel da cidade.

EX-PEDREIRO

Santos é natural do Maranhão e veio para São Paulo para trabalhar com o irmão na construção civil. Aqui, ele se casou e teve um filho, com quem não tem mais contato.

Após a separação, Santos perdeu o emprego, a casa e foi morar nas ruas. Conheceu a atual companheira, a paranaense Sandra, nas ruas. Ele vive com ela há cerca de quatro meses, debaixo do viaduto Azevedo, no Tatuapé.

Grato por poder mudar de vida, Santos diz que, agora, só espera o reconhecimento de sua própria família.

“A minha mãe me ensinou que não devo roubar e se vir alguém roubando devo avisar a polícia. Se ela me assistir pela TV lá no Maranhão vai ver que o filho dela ainda é uma das pessoas honestas deste mundo”, afirmou.

 

Espiritismo no dia-a-dia

Onde está o seu coração, aí estará o seu tesouro, nos ensina o Evangelho. A honestidade e o caráter são características do ser humano e independem de classe social. Eis o exemplo desses dois irmãos, que se lembraram, quando viram a sacola do dinheiro, do ensinamento dados pelos pais deles. Fica o exemplo para nós todos!

Espiritismo no dia-a-dia

 

Olá, Galera!

O Blog hoje vem divilgar uma palestra superinteressante, queserá realizada lá na FeDF, no dia 29 de abril, às 9h! A FeDF fica bem aqui, pertinho do Grêmio na 408 sul!

Esta palestra tem o objetivo de discutir as diferenças entre livros espiritas ou livros espiritas.

Ah?! Como assim?!

Existem livros que são efetivamente espíritas (deacordo com os ensinamentos da Doutrina Espirita e embasado nos conteudosdoutrinarios dos espíritos) e outros livros que se dizem espiritas, mas que quetrazem informações contraditórias, resultando em interpretações erradas dadoutrina, sendo muitos desses, vendidos nas proprias casas espíritas.

A questão é que nem toda obra mediúnica tem fundamentosna Doutrina Espirita.

Como diferenciar esses livros?!

Caber a quem a seleção destes?!

O que fazer com livros ditos espiritas?!

Venha na palestra e descubra!!

😀

 Fraternalmente,
Nós do Blog do Jiz!

Espiritismo no dia-a-dia

Pedro – o nome é fictício porque ele não quer ser identificado – é um cara por volta dos 40 anos que adora o seu trabalho e é reconhecido pelo que faz. É casado com uma mulher que ama e admira, com quem tem afinidade e longas conversas. Juntando os fundos de garantia e algumas economias os dois compraram um apartamento anos atrás e o quitaram em menos de um ano. Este é o segundo casamento dele, e a convivência com os dois filhos do primeiro é constante e marcada pelo afeto. Ao contrário da regra nesses casos, a relação com a ex-mulher é amigável. Pedro tem vários bons amigos, o que é mais do que um homem pode desejar, acha ele, porque encontrar um ou dois bons amigos na vida já seria o bastante, e ele encontrou pelo menos uns dez com quem sabe que pode contar na hora do aperto. A vida para Pedro faz todo sentido porque ele criou um sentido para ela

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/12/voce-consegue-viver-sem-drogas-legais.html

A Doutrina Explica

Onde está o seu tesouro, aí estará seu coração, dizia Jesus. Cada vez mais, a vida nos impõe desafios, metas, conquistas. Precisamos aprender a viver o transcendente, o humano, o espiritual. O tempo aqui na Terra passa, a vida do Espírito é eterna

Espiritismo no dia-a-dia

Liberdade Para o Jovem

O desejo de liberdade é inato no ser humano e são poucos os que não lutam por assegurá-lo.
O jovem também tem direito à liberdade, mas esta deve ser proporcional ao seu grau de maturidade. Liberdade total pode ser muito prejudicial ao jovem imaturo, que, frequentamente, a usa mal, prejudicando ao semelhante e a si próprio.
Os pais sensatos sabem dosar a liberdade dos filhos.
O bom senso nos recomenda conceder a liberdade à prole de forma progressiva e de acordo com o seu amadurecimento.
À medida que vão conquistando liberdade almejada, os jovens devem assumir a responsabilidade correspondente. Quanto mais amadurecidos, maior liberdade podem conquistar, entretanto a sua responsabilidade cresce na mesma proporção.
Para conceder a liberdade aos filhos, os pais precisam conhecê-los bem. Muitos pais limitam com excesso de rigor a autonomia de seus rebentos por não os julgar capazes de usá-la de forma comedida. Não raro queixas desse teor são procedentes, porquanto há pais que não conhecem suficientemente os próprios filhos, não percebendo que já dispõem de razoável capacidade de discernimento, que os torna merecedores de liberdade. Há moços que são mais amadurecidos que muitos adultos. São espirítos que já trazem experiências vastas das outras encarnações. Também há adultos que permanecem imaturos e, durante toda vida, cometem erros próprios da adolescência.
Se muitos pais restrigem a liberdade dos filhos, muitos jovens superestimam a sua capacidade e julgam-se mais amadurecidos do que realmente são. Acham que têm toda competência para resolver qualquer problema. Por assim pensar, reclamam mais liberdade do que podem receber e revoltam-se com os genitores, quando estes limitam a independência pretendida.
Defendemos, portanto, a concessão de liberdade aos jovens, mas de acordo com o seu amadurecimento e desde que tenham condições de assumir a responsabilidade pelos próprios atos.

Extraído do Livro “Esclarecendo os Jovens” de Umberto Ferreira, editado pela Federação Espírita de Goiás

COLABORAÇÃO DE JULIANA CHAIBE, ALUNA DO PRIMEIRO CICLO DE JUVENTUDE

Espiritismo no dia-a-dia

Fumo e Tóxicos

Muitos jovens, notadamente os do sexo masculino, aprendem a fumar na adolescência. Começam por imitação ou por necessidade de se afirmarem como adultos. É uma das maneiras de o rapaz mostrar que “já é homem”.

O jovem espiríta, contudo, em virtude de uma compreensão muito grande que tem da vida, não pode admitir o vício da tabagismo. Como o álcool em excesso e os tóxicos, o fumo prejudica a sáude, antecipando o momento da desencarnação. A agressão do fumo sobre o organismo é tão acentuada que todos os que fumam durante a maior parte da vida chegam ao Mundo Espiritual como suicidas inconscientes, embora com culpa bem menor que aqueles que se matam voluntariamente.

Ciente do dever de cuidar do corpo e do espiríto, o jovem espiríta entende a necessidade de evitar o primeiro cigarro e, se já fuma, esforça-se por abandonar o vício o mais cedo possível.

As pessoas ajustadas e felizes não recorrem às drogas, apesar de que algumas crianças e adolescentes as experimentam por curiosidade ou modismo. A maioria se entrega a elas por outras causas, como o lar desestruturado, falta de diálogo, fuga de problemas, tristeza, insegurança, timidez, más companhias, tédio, ociosidade, falta de orientação no lar e na escola, excesso de conforto material, falta de religião, falta de praticar esportes, desespero, obsessão.

As drogas produzem sensação passageira, alegria articial e, ás vezes, euforia, seguidas de sensação desconfortável de ressaca e tédio. O uso prolongado produz consequências graves.

Um aspecto que não se pode esquecer, relativamente aos tóxicos, é o de ser usado em refrigerantes e sucos, por pessoas mal intencionadas e de forma traçoeira. Os jovens precisam estar sempre alertados para isso. É muito perigoso tomar bebida oferecida por estranhos ou por pessoas que conhecemos pouco. Este tipo de indivíduo costuma ser fingido, e muitos jovens, por não ver maldade nas pessoas, acabam vítimas de falsos amigos.

O Espiritismo tem a solução para todos esses problemas. Mostra o único caminho da verdadeira felicidade e que esta não é conseguida aos gozos materiais. Colocando os seus ensinamentos em prática, desaparecem o vazio interior e os desajustamentos. Tudo se harmoniza. Se algum jovem espiríta ainda sente este vazio é porque ainda não está sabendo estudar e praticar a Doutrina como se deve.

Inúmeros espíritos têm retornado ao mundo espiritual prematuramente por causa do abuso dessas drogas e continuam sentindo a necessidade dos seus efeitos, devido à dependência psíquica. Para satisfazer essa necessidade imperiosa, aproximam-se de encarnados invigilantes e tentam duzi-los ao uso das drogas, para usufruir com eles das sensações que elas proporcionam. É natural que só consigam o seu intento quando encontram pessoas com tendência ao vício.

Os jovens espíritas podem fazer muito pelos dependentes de drogas que queiram se recuperar, pois a doutrina espírita tem a solução para a questão. Basta evangelizar-se a criatura e ela poderá superar os seus problemas.

Extraído do Livro “Esclarecendo os Jovens” de Umberto Ferreira, editado pela Federação Espírita do Estado de Goiás

COLABORAÇÃO DE JULIANA CHAIBE, ALUNA DO PRIMEIRO CICLO DE JUVENTUDE

Espiritismo no dia-a-dia

‘Supercampeã olímpica’, jovem de SP quer estudar astrofísica em Harvard

Estudante de 17 anos conquistou 30 medalhas em olimpíadas estudantis. Filha de vendedora e cobrador de ônibus vai prestar USP e Unicamp.

Futuro

A vontade de estudar fora do país tem explicação. Além de conseguir a fluência no inglês e desfrutar da boa qualidade e infraestrutura de ensino, Tábata diz que em Harvard, por exemplo, poderá conciliar os estudos dos cursos de astrofísica e ciências sociais. Ela quer ser astrofísica para trabalhar com pesquisas do universo – sua grande paixão – e socióloga para ajudar pessoas, tocar projetos sociais e retribuir as oportunidades que teve na vida. Para a estudante, a formação em ciências humanas é fundamental.
Quero estudar em Harvard e voltar com riqueza cultural para mudar a educação do Brasil. Sei que vai ser muito difícil”
Tábata Amaral, estudante

“Com ciência é possível descobrir o mundo. Eu me sinto descobrindo o mundo e fico encantada com o céu. Como alguém pode ver o céu e não acreditar em Deus? É o que lugar onde ele mais se mostra, foi a coisa mais incrível que criou”, diz Tábata, que é católica e participa ativamente das atividades da igreja.

Leia mais em:
g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/11/supercampea-olimpica-jovem-de-sp-quer-estudar-astrofisica-em-harvard.html

A DOUTRINA EXPLICA by Octávio Castro Paz

Tábata veio com uma  missão para a Terra.  Por isso, Deus emprestou inteligência para ela poder usá-la ajudando ao próximo e fazendo sua parte de trabalho para a “criação”, revelando mais conhecimentos para a Terra.  E como ela mesma diz, lutará pelo desenvolvimento da educação brasileira coisa que ela já começou a fazer .
Como filha de pessoas humildes,  em determinada época a escola teve que auxiliá-la, pagando um hotel próximo a uma escola e suas refeições.
Todos os domingos volta para sua casa só assim podendo ver os seus pais, porque e seus pais não poderiam mais pagar o transporte dela. Sendo humilde sobre o assunto ela o comenta dizendo que é uma pessoa de sorte. Hoje em dia o estimulo é tanto que ate a sua mãe voltou a  estudar aos 40 anos.
Tábata diz que ela quer descobrir o mundo com a ciência, pois ela fica encantada com a natureza e que não há prova maior da existência de Deus.  E se pergunta como alguém vê o céu e não crê Nele,  porque ele é a maior criação divina e a mais esplendorosa.