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Espiritismo e Pipoca

Espiritismo e Pipoca

SINOPSE:   Carter Chambers (Morgan Freeman) é um homem casado, que há 46 anos trabalha como mecânico. Submetido a um tratamento experimental para combater o câncer, ele se sente mal no trabalho e com isso é internado em um hospital. Logo passa a ter como companheiro de quarto Edward Cole (Jack Nicholson), um rico empresário que é dono do próprio hospital. Edward deseja ter um quarto só para si mas, como sempre pregou que em seus hospitais todo quarto precisa ter dois leitos para que seja viável financeiramente, não pode ter seu desejo atendido pois isto afetaria a imagem de seus negócios. Edward também está com câncer e, após ser operado, descobre que tem poucos meses de vida. O mesmo acontece com Carter, que decide escrever a “lista de desejos”, algo que seu professor de filosofia na faculdade passou como trabalho muitas décadas atrás. A lista consiste em desejos que Carter deseja realizar antes de morrer. Ao tomar conhecimento dela Edward propõe que eles a realizem, o que faz com que ambos viagem pelo mundo para aproveitar seus últimos meses de vida.

 ELENCO:

  • Lançamento:  22 de fevereiro de 2008 (1h 37min)
  • Dirigido por: Rob Reiner
  • Atores: Jack Nicholson, Morgan Freeman, Sean Hayes …
  • Gênero: Drama, Aventura, Comédia
  • Nacionalidade: EUA

COMENTÁRIO

O que voce faria se tivesse pouco tempo de vida? Esse filme responde a pergunta para dois senhores que estão prestes a retornar ao plano espiritual. É um otimo filme que nos faz pensar sobre a melhor forma de lidar com o sofrimento ( resmungando ou sendo otimista?) e sobrea importância do companherismo. Confiram o trailer e vejam o filme e então reflitam sobre o que voce gostaria de fazer se restasse pouco tempo enquanto emcarnado.

Contribuição: Samita, César,  e evangelizandos: Letícia, Matheus, João Vitor, Gabriel

Espiritismo e pipoca

No último sábado, dia 15 de outubro,  a Juventude Irmã Zélia foi ao Parkshopping assistir ao Filme dos Espíritos, mais um lançamento nacional com a temática espírita. No caso, o filme é baseado no Livro dos Espíritos, e apresenta vários conceitos doutrinários encaixados em situações do cotidiano. Quem ainda não assistiu, vale a pena. Quem foi ao cinema, aproveitou uma tarde de confraternização e divertimento, de muitas outras que virão, esperamos todos nós.

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Na última aula do semestre, no nosso já tradicional Cine Pipoca, passamos o filme Um Sonho Possível, com Sandra Bullock. Como a exibição acabou tarde (19h30) não conseguimos fazer o debate. Segue, então, um pequeno questionário, válido também para aqueles que não foram mas já viram o filme.

1 – O que acharam do filme?

2 – Que lição ele nos deixa?

3 – qual a maior dificuldade para agirmos como a personagem de Sandra Bullock agiu?

4 – Como dito na lição inicial, ter dinheiro não é errado. O que devemos é dar um destino útil para ele. Como esse ensinamento se enquadra no filme?

5 – Por que nos esquecemos do nosso potencial de mudar a vida de alguém?

6 – Qual filme você gostaria de ver no cine pipoca de novembro?

Lembrando que, para responder, basta entrar no link comente colocado logo abaixo do texto, falar o nome, o ciclo e responder às perguntas, numerando-as de um a seis.

Bjos no coração e boa semana.

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Estreia primeiro de abril

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Michael Oher (Quinton Aaron) sabe muito pouco sobre sua família. O que esta adolescente sem teto e dos projetos de Menphis. A bem nascida Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock) sabe muito pouco sobre esse mundo de Michael. Mas quando os dois se encontram, ele encontra um lar. E ela encontra uma nova oportunidade em sua vida: a de amar um novo filho e irmão. Esta história, baseada em fatos reais, e poderosamente dramatizada com uma das mulheres performances de Sandra Bullock, vencedora do Globo de Ouro e do Oscar de Melhor Atriz em 2009. Desfrute essa memorável e inspiradora jornada de um atleta profissional que já era um vencedor antes mesmo de colocar os pés no campo…..

The Blind Side (br/pt: Um Sonho Possível) é um filme de drama norte-americano, baseado no livro The Blind Side: Evolution of a Game de Michael Lewis, com roteiro e direção de John Lee Hancock.[1][2] O filme estreou nos Estados Unidos em 20 de novembro de 2009, no Brasil a estréia foi apenas em 19 de março de 2010 e em Portugal, 25 de Março de 2010.

Elenco

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Clint Eastwood abraça o sobrenatural em “Além da Vida”

Aos 80 anos, consagrado cineasta norte-americano explora a ideia da vida após a morte e faz seu filme mais espiritual

A onda de filmes espíritas que invadiu os cinemas brasileiros em 2010 pode levar até os fãs mais fiéis do cineasta norte-americano Clint Eastwood a torcer o nariz para seu novo trabalho, “Além da Vida” (“Hereafter”), que estreia nesta sexta-feira (7).

O título em português, digno de novela das seis, deve reforçar a impressão de que, aos 80 anos, o consagrado diretor decidiu convencer o público sobre a existência de vida após a morte. Eastwood, porém, não é afeito a filmes de tese. Mesmo ao lidar com temas polêmicos – a eutanásia em “Menina de Ouro” (2004) e a pena de morte em “Crime Verdadeiro” (1999), por exemplo –, ele sempre prefere contar uma boa história a fazer campanha.

Em “Além da Vida”, segue a mesma linha: parte do princípio de que existe vida após a morte sem tentar oferecer respostas para as questões dos personagens ou as do público. É, sem dúvida, o filme mais espiritual do diretor, ainda que o sobrenatural já tenha marcado presença em obras como “Meia-Noite no Jardim do Bem e do Mal” (1997) e, de forma indireta, “O Estranho Sem Nome” (1973). “Além da Vida” acompanha três personagens que, de formas distintas, estão ligados à morte.

Em São Francisco, George Lonegan (Matt Damon, em excelente e sutil atuação) tenta deixar para trás uma promissora carreira como médium. O dom de estabelecer contato com pessoas mortas, que possui desde a infância, tornou-se para ele uma maldição que o impede de levar uma vida normal. Em Londres, o garoto Marcus sofre com a trágica morte do irmão gêmeo, Jason (George e Frankie McLaren se revezam nos dois papéis), e recorre a todo tipo de crença e tecnologia para entrar em contato com ele: videntes, centros espíritas, vídeos religiosos, microfones superpoderosos e até a observação de espelhos.

Em Paris, a jornalista Marie Lelay (a ótima atriz belga Cécile De France) vê sua vida mudar radicalmente após sobreviver ao tsunami de 2004, recriado por Eastwood em uma sequência de tirar o fôlego (“Além da Vida” foi pré-selecionado para o Oscar de efeitos visuais). Engolida pelas ondas gigantes, ela passa pela chamada “experiência de quase-morte” e, de volta para casa, se dedica a investigá-la. Com a história de Marie, Eastwood e o roteirista Peter Morgan (de “A Rainha” e “Frost/Nixon”) retratam quem acredita na vida após a morte como vítimas de isolamento e preconceito.

A obsessão da jornalista pelo tema tira sua credibilidade e coloca em risco uma carreira em ascensão na TV francesa e um relacionamento amoroso, ainda que sua crença seja mais científica que religiosa. Cada vez mais sozinha, Marie sentirá alívio no encontro com pessoas como ela, com quem possa dividir abertamente o interesse por perguntas que, para grande parte da sociedade, não devem ser feitas.

O encontro entre os três personagens principais será tão conveniente quanto pouco convincente, e a “forçada de barra” para os destinos se cruzarem tira parte da força de “Além da Vida”. O excesso de coincidência, porém, não diminui o prazer de acompanhar o modo detalhado com que Eastwood apresenta as histórias de George, Marcus e Marie, talvez a grande qualidade do filme.

Em entrevista à televisão canadense durante o Festival de Toronto, Clint explicou a preferência por um ritmo mais lento: “Na geração MTV em que vivemos, é algo de que ainda gosto: que possamos desenvolver as histórias de verdade e conhecer as pessoas em detalhes, ao invés de apenas jogar com a dificuldade de concentração dos dias de hoje”. Em um dos melhores momentos do filme, George aproveita uma aula de culinária para conhecer Melanie (Bryce Dallas-Howard, muito bem no papel), uma jovem tão solitária quanto ele.

A conversa cheia de revelações acontece durante um dos exercícios, no qual, vendada, ela deve descobrir os ingredientes das pequenas porções servidas por George. A cena – simples, original e bonita – acrescenta pouco em termos de ação, mas é um verdadeiro primor no que diz respeito à construção de personagens. Com sequências como essa, Clint faz um filme mais sobre a vida que sobre a morte, no qual as especulações sobre “o outro lado” não se sobrepõem ao “mundo real”. Em meio a tantas dúvidas sobre o que vem depois, só há uma certeza: a vida será sempre limitada e as verdadeiras conexões devem ser feitas agora