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Abertura 2º CEDF

Mesa de abertura do 2º Congresso Espírita do DF durante o discurso do vice-presidente da Federação Espírita Brasileira, Geraldo Campetti Sobrinho.

(Foto por Jackson Alvares de Moura)

por Davi Marco Lyra Leite

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JIZ no Congresso Espírita (Depoimento)

O Congresso na Visão de um Trabalhador

por Davi Marco Lyra Leite

“Davi, na escuta?”

“Davi na escuta. Pode falar, André.”

“Davi, a gente precisa de…”

Fala comum no meu rádio, durante os três dias de Congresso Espírita e a reunião extraordinária do Conselho Federativo Nacional que antecedeu às atividades do grande evento.

Mas o meu trabalho não começou naquela quinta-feira, dia 15 de abril, e sim há três anos, no encerramento do 2º Congresso Espírita Brasileiro, quando surgiu novamente o convite para fazer parte da equipe de cerimonial. No ano passado, já começamos algumas trocas de e-mail para definir o que seria preciso para elaboração dos nossos planos de atividade e para a formação da nova equipe.

(Imaginem, então, como foi para o senhor João Rabelo, que durante o Congresso de 2007 já tinha em mente alguns planos para as atividades realizadas neste ano…)

Ainda mais próximo, no mês que antecedeu a este congresso, muitas atividades já começaram a ser realizadas. A definição do posicionamento dos objetos no palco, a montagem das pastas dos congressistas e dos crachás, a preparação da livraria e da loja (dobrar mais de dez mil camisetas e organizá-las por cor e tamanho), entre tantas outras coisas que serviram para acolher e proporcionar um ambiente agradável a todos.

O trabalho, iniciado tempos antes e terminado dias depois, é uma oportunidade única de realização pessoal e convivência com um ambiente harmônico indescritível. Poder fazer-se útil às pessoas e à causa do espiritismo vale quaisquer noites sem dormir, dias corridos e dificuldades enfrentadas. Allan Kardec já bem dizia, em o Livro dos Espíritos, que “a maior caridade que os espíritas podem fazer ao Espiritismo é divulgá-lo”.

Desse modo, ter a chance de estar presente no Congresso e poder ajudar a realizá-lo, para mim, foi algo sem igual. O sorriso no rosto de cada participante, palestrante, fornecedor, voluntário foi, em sua mais simples expressão, a demonstração da harmonia do ambiente lá vivido e a maior forma de gratidão que pudemos ter quando lá presentes como trabalhadores.

Para encerrar, a gloriosa tradição, como dita por Bezerra no encerramento da palestra de Divaldo, é um momento que nos remete a pensamentos de gratidão ao Cristo pela oportunidade que nos foi dada de viver nesses dias de hoje, mas também conduz ao senso de responsabilidade inigualável de saber que de nós será exigido o trabalho, o testemunho e, como grande guia, o amor ao próximo preconizado por Jesus.