Espiritismo no dia-a-dia

Fumo e Tóxicos

Muitos jovens, notadamente os do sexo masculino, aprendem a fumar na adolescência. Começam por imitação ou por necessidade de se afirmarem como adultos. É uma das maneiras de o rapaz mostrar que “já é homem”.

O jovem espiríta, contudo, em virtude de uma compreensão muito grande que tem da vida, não pode admitir o vício da tabagismo. Como o álcool em excesso e os tóxicos, o fumo prejudica a sáude, antecipando o momento da desencarnação. A agressão do fumo sobre o organismo é tão acentuada que todos os que fumam durante a maior parte da vida chegam ao Mundo Espiritual como suicidas inconscientes, embora com culpa bem menor que aqueles que se matam voluntariamente.

Ciente do dever de cuidar do corpo e do espiríto, o jovem espiríta entende a necessidade de evitar o primeiro cigarro e, se já fuma, esforça-se por abandonar o vício o mais cedo possível.

As pessoas ajustadas e felizes não recorrem às drogas, apesar de que algumas crianças e adolescentes as experimentam por curiosidade ou modismo. A maioria se entrega a elas por outras causas, como o lar desestruturado, falta de diálogo, fuga de problemas, tristeza, insegurança, timidez, más companhias, tédio, ociosidade, falta de orientação no lar e na escola, excesso de conforto material, falta de religião, falta de praticar esportes, desespero, obsessão.

As drogas produzem sensação passageira, alegria articial e, ás vezes, euforia, seguidas de sensação desconfortável de ressaca e tédio. O uso prolongado produz consequências graves.

Um aspecto que não se pode esquecer, relativamente aos tóxicos, é o de ser usado em refrigerantes e sucos, por pessoas mal intencionadas e de forma traçoeira. Os jovens precisam estar sempre alertados para isso. É muito perigoso tomar bebida oferecida por estranhos ou por pessoas que conhecemos pouco. Este tipo de indivíduo costuma ser fingido, e muitos jovens, por não ver maldade nas pessoas, acabam vítimas de falsos amigos.

O Espiritismo tem a solução para todos esses problemas. Mostra o único caminho da verdadeira felicidade e que esta não é conseguida aos gozos materiais. Colocando os seus ensinamentos em prática, desaparecem o vazio interior e os desajustamentos. Tudo se harmoniza. Se algum jovem espiríta ainda sente este vazio é porque ainda não está sabendo estudar e praticar a Doutrina como se deve.

Inúmeros espíritos têm retornado ao mundo espiritual prematuramente por causa do abuso dessas drogas e continuam sentindo a necessidade dos seus efeitos, devido à dependência psíquica. Para satisfazer essa necessidade imperiosa, aproximam-se de encarnados invigilantes e tentam duzi-los ao uso das drogas, para usufruir com eles das sensações que elas proporcionam. É natural que só consigam o seu intento quando encontram pessoas com tendência ao vício.

Os jovens espíritas podem fazer muito pelos dependentes de drogas que queiram se recuperar, pois a doutrina espírita tem a solução para a questão. Basta evangelizar-se a criatura e ela poderá superar os seus problemas.

Extraído do Livro “Esclarecendo os Jovens” de Umberto Ferreira, editado pela Federação Espírita do Estado de Goiás

COLABORAÇÃO DE JULIANA CHAIBE, ALUNA DO PRIMEIRO CICLO DE JUVENTUDE
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Blog da juventude espírita irmã Zélia

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