Archive | novembro 2011

Espiritismo no dia-a-dia

Liberdade Para o Jovem

O desejo de liberdade é inato no ser humano e são poucos os que não lutam por assegurá-lo.
O jovem também tem direito à liberdade, mas esta deve ser proporcional ao seu grau de maturidade. Liberdade total pode ser muito prejudicial ao jovem imaturo, que, frequentamente, a usa mal, prejudicando ao semelhante e a si próprio.
Os pais sensatos sabem dosar a liberdade dos filhos.
O bom senso nos recomenda conceder a liberdade à prole de forma progressiva e de acordo com o seu amadurecimento.
À medida que vão conquistando liberdade almejada, os jovens devem assumir a responsabilidade correspondente. Quanto mais amadurecidos, maior liberdade podem conquistar, entretanto a sua responsabilidade cresce na mesma proporção.
Para conceder a liberdade aos filhos, os pais precisam conhecê-los bem. Muitos pais limitam com excesso de rigor a autonomia de seus rebentos por não os julgar capazes de usá-la de forma comedida. Não raro queixas desse teor são procedentes, porquanto há pais que não conhecem suficientemente os próprios filhos, não percebendo que já dispõem de razoável capacidade de discernimento, que os torna merecedores de liberdade. Há moços que são mais amadurecidos que muitos adultos. São espirítos que já trazem experiências vastas das outras encarnações. Também há adultos que permanecem imaturos e, durante toda vida, cometem erros próprios da adolescência.
Se muitos pais restrigem a liberdade dos filhos, muitos jovens superestimam a sua capacidade e julgam-se mais amadurecidos do que realmente são. Acham que têm toda competência para resolver qualquer problema. Por assim pensar, reclamam mais liberdade do que podem receber e revoltam-se com os genitores, quando estes limitam a independência pretendida.
Defendemos, portanto, a concessão de liberdade aos jovens, mas de acordo com o seu amadurecimento e desde que tenham condições de assumir a responsabilidade pelos próprios atos.

Extraído do Livro “Esclarecendo os Jovens” de Umberto Ferreira, editado pela Federação Espírita de Goiás

COLABORAÇÃO DE JULIANA CHAIBE, ALUNA DO PRIMEIRO CICLO DE JUVENTUDE

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Espiritismo no dia-a-dia

Fumo e Tóxicos

Muitos jovens, notadamente os do sexo masculino, aprendem a fumar na adolescência. Começam por imitação ou por necessidade de se afirmarem como adultos. É uma das maneiras de o rapaz mostrar que “já é homem”.

O jovem espiríta, contudo, em virtude de uma compreensão muito grande que tem da vida, não pode admitir o vício da tabagismo. Como o álcool em excesso e os tóxicos, o fumo prejudica a sáude, antecipando o momento da desencarnação. A agressão do fumo sobre o organismo é tão acentuada que todos os que fumam durante a maior parte da vida chegam ao Mundo Espiritual como suicidas inconscientes, embora com culpa bem menor que aqueles que se matam voluntariamente.

Ciente do dever de cuidar do corpo e do espiríto, o jovem espiríta entende a necessidade de evitar o primeiro cigarro e, se já fuma, esforça-se por abandonar o vício o mais cedo possível.

As pessoas ajustadas e felizes não recorrem às drogas, apesar de que algumas crianças e adolescentes as experimentam por curiosidade ou modismo. A maioria se entrega a elas por outras causas, como o lar desestruturado, falta de diálogo, fuga de problemas, tristeza, insegurança, timidez, más companhias, tédio, ociosidade, falta de orientação no lar e na escola, excesso de conforto material, falta de religião, falta de praticar esportes, desespero, obsessão.

As drogas produzem sensação passageira, alegria articial e, ás vezes, euforia, seguidas de sensação desconfortável de ressaca e tédio. O uso prolongado produz consequências graves.

Um aspecto que não se pode esquecer, relativamente aos tóxicos, é o de ser usado em refrigerantes e sucos, por pessoas mal intencionadas e de forma traçoeira. Os jovens precisam estar sempre alertados para isso. É muito perigoso tomar bebida oferecida por estranhos ou por pessoas que conhecemos pouco. Este tipo de indivíduo costuma ser fingido, e muitos jovens, por não ver maldade nas pessoas, acabam vítimas de falsos amigos.

O Espiritismo tem a solução para todos esses problemas. Mostra o único caminho da verdadeira felicidade e que esta não é conseguida aos gozos materiais. Colocando os seus ensinamentos em prática, desaparecem o vazio interior e os desajustamentos. Tudo se harmoniza. Se algum jovem espiríta ainda sente este vazio é porque ainda não está sabendo estudar e praticar a Doutrina como se deve.

Inúmeros espíritos têm retornado ao mundo espiritual prematuramente por causa do abuso dessas drogas e continuam sentindo a necessidade dos seus efeitos, devido à dependência psíquica. Para satisfazer essa necessidade imperiosa, aproximam-se de encarnados invigilantes e tentam duzi-los ao uso das drogas, para usufruir com eles das sensações que elas proporcionam. É natural que só consigam o seu intento quando encontram pessoas com tendência ao vício.

Os jovens espíritas podem fazer muito pelos dependentes de drogas que queiram se recuperar, pois a doutrina espírita tem a solução para a questão. Basta evangelizar-se a criatura e ela poderá superar os seus problemas.

Extraído do Livro “Esclarecendo os Jovens” de Umberto Ferreira, editado pela Federação Espírita do Estado de Goiás

COLABORAÇÃO DE JULIANA CHAIBE, ALUNA DO PRIMEIRO CICLO DE JUVENTUDE

Espiritismo no dia-a-dia

‘Supercampeã olímpica’, jovem de SP quer estudar astrofísica em Harvard

Estudante de 17 anos conquistou 30 medalhas em olimpíadas estudantis. Filha de vendedora e cobrador de ônibus vai prestar USP e Unicamp.

Futuro

A vontade de estudar fora do país tem explicação. Além de conseguir a fluência no inglês e desfrutar da boa qualidade e infraestrutura de ensino, Tábata diz que em Harvard, por exemplo, poderá conciliar os estudos dos cursos de astrofísica e ciências sociais. Ela quer ser astrofísica para trabalhar com pesquisas do universo – sua grande paixão – e socióloga para ajudar pessoas, tocar projetos sociais e retribuir as oportunidades que teve na vida. Para a estudante, a formação em ciências humanas é fundamental.
Quero estudar em Harvard e voltar com riqueza cultural para mudar a educação do Brasil. Sei que vai ser muito difícil”
Tábata Amaral, estudante

“Com ciência é possível descobrir o mundo. Eu me sinto descobrindo o mundo e fico encantada com o céu. Como alguém pode ver o céu e não acreditar em Deus? É o que lugar onde ele mais se mostra, foi a coisa mais incrível que criou”, diz Tábata, que é católica e participa ativamente das atividades da igreja.

Leia mais em:
g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/11/supercampea-olimpica-jovem-de-sp-quer-estudar-astrofisica-em-harvard.html

A DOUTRINA EXPLICA by Octávio Castro Paz

Tábata veio com uma  missão para a Terra.  Por isso, Deus emprestou inteligência para ela poder usá-la ajudando ao próximo e fazendo sua parte de trabalho para a “criação”, revelando mais conhecimentos para a Terra.  E como ela mesma diz, lutará pelo desenvolvimento da educação brasileira coisa que ela já começou a fazer .
Como filha de pessoas humildes,  em determinada época a escola teve que auxiliá-la, pagando um hotel próximo a uma escola e suas refeições.
Todos os domingos volta para sua casa só assim podendo ver os seus pais, porque e seus pais não poderiam mais pagar o transporte dela. Sendo humilde sobre o assunto ela o comenta dizendo que é uma pessoa de sorte. Hoje em dia o estimulo é tanto que ate a sua mãe voltou a  estudar aos 40 anos.
Tábata diz que ela quer descobrir o mundo com a ciência, pois ela fica encantada com a natureza e que não há prova maior da existência de Deus.  E se pergunta como alguém vê o céu e não crê Nele,  porque ele é a maior criação divina e a mais esplendorosa.