Archive | setembro 2010

Jiz no Atualpa

Queridas filhas e filhos,

Venho de pronto agradecer a homenagem, mas relembrai que o verdadeiro homenageado é o Cristo. Ele que através do seu sacrifício esteve entre nós para indicar-nos o caminho certo a seguir, é que deve ser lembrado, não só nas festividades espirituais, mas principalmente no dia-a-dia.

            Quando o querido amigo e mentor Atualpa há mais de cinquenta anos me convidou a trabalhar com ele em nome do Mestre, relutei, sim, relutei, pois apesar de não estar na carne ainda possuo as fraquezas típicas de quem ainda não galgou os andares mais elevados da Evolução.

            Relutei não diante do serviço, mas sim das responsabilidades que me seriam requeridas.

            O querido médico me alertou os seguintes pontos:

  • Deveria me dedicar ao trabalho da Evangelização Infanto-Juvenil com dedicação e amorosidade;
  • Deveria desempenhar a minha função por mais de cem anos, tendo que diminuir os atendimentos referentes aos meus queridos filhos e filhas quando encarnada;
  • Deveria estender a minha ação, a outros pontos da tarefa espírita, e por isso deveria estudar com afinco áreas que não eram do meu domínio;
  • Deveria me precaver do orgulho, pois seria natural que os encarnados freqüentadores da Casa, ainda presos, por atavismos e crenças de outras religiões, ainda me veriam como Santa, o que realmente não sou;
  • Deveria recolher o meu sofrimento quando visse queridos irmãos terem dores acerbas, pois na tarefa divina não há espaço para personalismos;
  • Deveria arrebatar os queridos irmãos quando desencarnados para a beleza da Doutrina Espírita, pois quando reencarnassem tivessem o mesmo amor que Kardec teve quando de conhecimento das verdades;
  • Deveria perseverar na luta, mesmo quando aqueles encarnados para ajudar a Casa Amiga desertassem da luta;
  • Deveria ouvir lamentos e queixas dos filhos de Deus com parcimônia, pois não poderia atender a todos os desejos;
  • Deveria continuar sendo a boa mãe quando encarnada, ensinando e demonstrando que carinho e afeição não fazem mal a ninguém, quando com bom senso;
  • E o pedido mais irreverente do querido Amigo e certamente o mais fácil; Deveria cuidar e ser responsável pelos jardins espiritual e material da querida instituição, e mesmo que os encarnados afirmassem que o jardim é meu, deveria ter a consciência que o jardim pertence a Maria, mãe de Jesus.

Como vocês devem ter percebido aceitei.

E vocês, queridos filhos, quando receberem encargos ligados à tarefa do Filho Maior de Deus, lembrem que mesmo relutando, não há tarefa oferecida ao filho de Deus para qual ele não esteja pronto.

Amanhã estarei presente na querida festa como sempre estive.

Há muito tempo não visto o hábito religioso, mas o companheiro Atualpa abriu uma exceção nas comemorações da Escola de Evangelização e estarei vestida com um hábito não igual aquele quando encarnada, mas muito mais bonito. Como disse Jesus, a túnica nupcial para aqueles que querem adentrar no Reino dos Céus.

Bem filhos, Sede Santos! Sabemos que ainda não somos, mas o que nos custa tentar!

Um beijo em cada um.

Da servidora do Mestre Jesus,

Zélia.

Mensagem psicografada na reunião de mediúnica de sábado 25/09/10, pelo médium Cássius Vantuil.

Espiritismo e pipoca

O recorde do filme Nosso Lar

Por Gilberto Marotta

De O Globo

‘Nosso lar’ é visto por um milhão de pessoas em apenas cinco dias

RIO – Em apenas cinco dias, o filme “Nosso lar” estabeleceu novo recorde de público na história do cinema brasileiro e superou a marca de 1 milhão de espectadores. A produção de temática espírita, dirigida por Wagner de Assis, superou os recordistas anteriores: “Se Eu Fosse Você 2”, que chegou ao mesmo número de pagantes em seis dias, e “Chico Xavier” (oito dias).

“Nosso lar”, que está sendo exibido em 445 salas, é baseado no best-seller homônimo de Francisco Cândido Xavier, o médium Chico Xavier, e conta a história de um médico que acorda no mundo espiritual após a sua morte. Desde a estreia na última sexta-feira (03 de setembro), 1.007.500 pessoas já assistiram a “Nosso lar”.

Espiritismo e pipoca

Uma prova de amor

A pequena Anna não é doente, mas bem que poderia estar. Por treze anos, ela foi submetida a inúmeras consultas médicas, cirurgias e transfusões para que sua irmã mais velha Kate pudesse, de alguma forma, lutar contra a leucemia que a atingiu ainda na infância. Anna foi concebida para que sua medula óssea prorrogasse os anos de vida de Kate, papel que ela nunca contestou… até agora. Tal como a maioria dos adolescentes, ela está começando a questionar quem ela realmente é. Mas, ao contrário da maioria dos adolescentes, ela sempre teve sua vida definida de acordo com as necessidades da irmã. Então, Anna toma uma decisão que seria impensável para a maioria, uma atitude que irá abalar sua família.

Ficha Técnica

Título original: My Sister’s Keeper

Gêneros: Drama

Tempo:109min

Site oficial:http://www.mysisterkeepermovie.com

Ano:2009

Direção:Nick Cassavetes

Roteiro:Jeremy Leven

  Nick Cassavetes

Elenco:

Abigail Breslin (Andromeda ‘Anna’ Fitzgerald)

Cameron Diaz (Sara Fitzgerald)

Sofia Vassilieva (Kate Fitzgerald)

Jason Patric ( Brian Fitzgerald)

Evan Ellingson (Jesse Fitzgerald)

Alec Baldwin (Campbell Alexander)

Walter Raney (Pawn Shop Proprietor)

Heather Wahlquist (Aunt Kelly)

Nicole Marie Lenz (Gloria)

Brennan Bailey ( Jesse Fitzgerald – Age 10)

Jiz na cabeceira

    

 

 

Missionários da Luz, terceiro livro da série, composto de 20 capítulos, aborda a fascinante questão da mediunidade humana.

 Logo de início, André Luiz tem a oportunidade de examinar detalhadamente a mente de um médium psicógrafo, com o auxílio magnético de Alexandre.

Uma obra mais complexa e profunda traz estudo detalhado sobre a epífise, a glândula da vida mental. Assinala também tópicos generosos sobre trabalhos intercessores, além de interessante narrativa acerca do intenso intercâmbio mantido entre encarnados e desencarnado, durante o repouso do corpo físico.

O livro traz ainda um capítulo especial sobre o processo reencarnatório, narrando, em minúcias, todo a preparação, minituarização do perispírito e todo o compromisso assumido por todos os atores envolvidos nessa cena (pais e espírito reencarnante). Vale a pena ser lido.

Espiritismo no dia-a-dia

Mãe diz que salvou filho prematuro apenas com abraço

Bebê acorda nos braços da mãe duas horas depois que foi dado como morto pelos médicos

Revista Crescer

Que o toque e o cheiro da mãe são importantes para o bebê não é novidade. Mas podem ser mais poderosos do que você imagina. Uma mãe australiana contou como o toque trouxe seu bebê de volta à vida. Os médicos falaram que Jamie Ogg não tinha nenhuma chance de sobrevivência quando ele nasceu prematuro de 27 semanas, pesando apenas 900 gramas. Enquanto sua irmã gêmea, Emily, conseguiu sobreviver, Jamie lutou por vinte minutos, mas foi declarado morto pelos médicos.

Eles o entregaram à mãe Kate para que ela e o pai David se despedissem. Quando recebeu a notícia que seu filho não tinha sobrevivido, Kate desenrolou Jamie do cobertor, colocou perto de seu peito e começou a conversar com ele. “Ele era muito mole. Seus pequenos braços e pernas estavam apenas caindo fora de seu corpo. Dissemos a ele qual era seu nome e que tinha uma irmã”, disse.

Depois de duas horas de conversar com o filho, tocá-lo e acariciá-lo, ele começou a mostrar sinais de vida. Em seguida, após sua mãe colocar um pouco de leite materno no dedo e dar a ele, o bebê começou a respirar. Kate tem certeza de que o contato “pele-a-pele” no seu caso foi vital para salvar seu filho doente.

O método conhecido por ‘mãe canguru’, que também é aplicado em hospitais brasileiros, supõe que as mães se tornem incubadoras humanas, mantendo o bebê aquecido. Sabe-se que os bebês de baixo peso que são tratados desta maneira possuem menores taxas de infecção, padrões de sono melhor e menor risco de hipotermia. Mas casos como o de Kate desafiam a ciência.

Visão Espírita

AMOR MATERNO E FILIAL (O Livro dos Espíritos)

890 O amor materno é uma virtude ou um sentimento instintivo comum aos humanos e animais?

– Tanto um quanto outro. A natureza deu à mãe o amor pelos filhos no interesse de sua conservação; mas no animal esse amor está limitado às necessidades materiais e termina quando os cuidados tornam-se inúteis. No homem, ele persiste por toda a vida e comporta um devotamento e um desinteresse que são virtudes. Sobrevive até mesmo à morte e prossegue no mundo espiritual. Observai bem que há nele outra coisa a mais que no animal.