Archive | junho 2010

JIZ na Cabeceira

Livro: Renúncia

Autor Espiritual: Emmanuel

Psicografia: Francisco Cândio Xaiver

Resumo: O livro conta a história de Alcíone, espírito evoluído dos círculos de Sírius, que decide reencarnar na Terra ao lado de Pólux, seu companheiro em encarnações anteriores e por quem ela intercede no plano espiritual.

Alcíone reencarna na França e passa parte de sua vida na Espanha. Nesses locais, enfrenta diversas provações e situações que exigem a renúncia e o sacrifício em prol do próximo, seja ele um ente familiar ou qualquer um que passasse por sua vida.

O livro fala de desafios pessoais e conflitos familiares, dá um relato histórico de cenas acontecidas na França durante a epidemia de varíola que atingiu o país no reinado de Luís XIV. Serve de alerta para as tentações da matéria e de exemplo do que um coração disposto a amar ao próximo é capaz de fazer.

Um livro que vale a pena ler e se apaixonar.

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Jiz na sua casa

No último dia 13 de junho, realizamos mais um Evangelho no Lar, desta vez na casa do Artur e da Bianca.

Foi muito legal. Além da leitura das páginas do Evangelho, rolou um belo lanche no final e a oportunidade de conversarmos sobre diversas coisas.

Nosso próximo encontro está marcado para o terceiro final de semana de agosto, na casa do PH, do Primeiro Ciclo

Queremos ver todos vocês lá

Abs

Espiritismo no dia-a-dia

O Blog do Jiz aproveita para trazer uma Interessante matéria do Portal G1, disponível em :

 http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/06/alunos-vao-para-hospital-depois-de-falar-com-espirito-no-ceara14062010.html

 

 

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/06/histeria-coletiva-surge-de-vontades-recalcadas-diz-psicologa.html 

 

A matéria narra uma experiência coletiva de histeria após a visão de um espírito em uma escola do Ceará. Esse caso não é inédito, tendo ocorrido situação semelhante no México, como descrito em :

http://celardacaridade.blogspot.com/2010/06/histeria-coletiva-ou-obsessao-epidemica.html

 

A passagem de Pentecostes, contida no Evangelho, reflete também fenômeno similar:

Ao cumprir-se o dia de Pentecostes estavam todos reunidos no mesmo lugar; e de repente veio do céu um ruído, como de um vento impetuoso, que encheu toda a casa onde estavam sentados; e lhes apareceram umas como línguas de fogo, as quais se distribuíram para repousar sobre cada um deles; e todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem. Atos, II, 1 – 13.

As manifestações mediúnicas coletivas, em que pesem serem raras, são plenamente explicadas pela doutrina espírita, ainda mais em um caso destes, onde ocorreu também, associado ao fenômeno, a visão do espírito de um jovem desencarnado. O site do Centro Espírita Lar de Caridade” em :

http://celardacaridade.blogspot.com/2010/06/histeria-coletiva-ou-obsessao-epidemica.html

 

faz uma excelente análise do fato a luz do Livro dos Médiuns e da Revista Espírita. Acrescentamos aqui no Blog da Juventude que esse caso se reveste de uma peculiaridade, pois envolveu a presença de um jovem que fazia parte do círculo de amizades dos demais alunos, sendo visto por diversos dos envolvidos. Esse fato denota que a perturbação desse espírito está afetando os jovens que conviviam com ele no colégio. É sempre bom relembrar que “somos todos médiuns”, no célebre dizer de Kardec.

colaboração do Marcão, evangelizador do 2º ciclo de Juventude

 

 

 

 

 

 

 

Jiz é solidariedade

“….. Vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois …” Beto Guedes

  
Queridos colaboradores,
  
No próximo dia 24 de junho (quinta feira)estaremos realizando a Festa Junina da Creche da Vila Telebrasília, das 18 às 21 horas. A arrecadação da venda de comidas típicas, pescaria e bebidas será destinada à compra de material para início da construção da nova Creche.
Para que a festa aconteça, necessitamos da doação de alguns gêneros alimentícios, bebidas e descartáveis. Assim sendo, estou relacionando os produtos a serem adquiridos, que podem ser entregues na Creche ou na minha residência.
Desde já agradeço a valiosa colaboração e convido todos para prestigiarem a festa, juntamente com amigos e familiares. As crianças ficarão felizes em recebê-los.
 Que Deus continue transformando a sua solidariedade em bençãos.
  
Um grande abraço!
Alana 

 
 
Necessitamos de:
Refrigerantes, frango, carne para carreteiro, arroz, milho para canjica, leite de côco, leite condensado, amendoim torrado, salsicha, pão para cachorro quente, leite, guardanapo, talheres, copos e pratos descartáveis, prendas para pescaria, bolos e doces juninos.
 
Contamos com seu apoio e sua presença!!!!!!

Espiritismo no dia-a-dia

33% dos alunos da rede privada já se embriagaram

Eles relatam que bebedeira ocorreu pelo menos um mês antes da pesquisa

Entre estudantes do ensino fundamental, os que ficaram bêbados ao menos uma vez na vida somam 14%

TARSO ARAUJO                                      
DE SÃO PAULO

Dados inéditos de uma pesquisa sobre o uso de drogas entre os alunos de escolas particulares da cidade de São Paulo revelam que um em cada três estudantes do ensino médio se embriagou pelo menos uma vez no mês anterior ao levantamento.
Os dados mostram ainda que a bebedeira -consumo de cinco ou mais doses na mesma ocasião- é uma prática comum para muitos dos que têm idade entre 15 e 18 anos: 7% dos meninos e 5% das meninas fazem isso de três a cinco vezes por mês.
A pesquisa, do Cebrid (Centro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas) da Unifesp, ouviu, em 2008, 5.226 alunos do ensino fundamental e médio de 37 escolas -os dados só foram concluídos agora.
Entre os estudantes do ensino fundamental (7ª e 8ª séries), o total dos que se embriagaram ao menos uma vez no último mês é menor (14,2%), mas surpreende por conta da idade: geralmente entre 13 e 15 anos.

FATOR DE RISCO
Segundo a pesquisa, o fator de risco mais associado ao consumo excessivo de álcool é sair à noite.
O grupo de alunos que saem ao menos uma vez por semana tinha quase dez vezes mais chances de ter tomado uma bebedeira no mês anterior que os que não saem.
Ricardo (nome fictício), 16, costuma sair à noite três vezes por semana. Sábado, na companhia de dois amigos, estava na rua Augusta com uma garrafa de vinho.
“Não dou mais “PT”, mas fico bêbado, lógico. Com seis latinhas já estou “alto'”, afirma o rapaz, explicando que “PT” significa perda total: “passar mal, vomitar, ir para casa mal”. Experiência que os três dizem ter vivenciado. “Agora só bebo socialmente. Antes, bebia meia garrafa de vodca sozinho”, diz João, 15, amigo de Ricardo.
Apesar de a venda de álcool ser proibida para menores, a turma comprou a garrafa num mercado na redondeza, sem mostrar identidade.

DIÁLOGO
“A intoxicação por álcool tem efeito estimulante, no primeiro momento. Isso favorece a agressividade e comportamentos impulsivos e diminui a autocrítica. É o que deixa a pessoa mais em risco”, diz Ana Regina Noto, professora da Unifesp e coordenadora da pesquisa.
“Mas não é prendendo o filho em casa que um pai vai evitar que ele beba demais”, diz o psiquiatra da Unifesp Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Proad (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes).
“O ideal é investir em fatores de proteção, como conversar. Perguntar o quanto o filho bebe, como bebe, por que bebe… E aí entrar numa estratégia de redução de danos mesmo”, diz Xavier. (matéria publicada no jornal Folha de São Paulo)

Espiritismo no dia-a-dia

Adolescente bebe vinho na rua Augusta

 

DE SÃO PAULO

Menos de 2% dos jovens que responderam à pesquisa da Unifesp dizem ter tentado comprar bebidas alcoólicas sem sucesso.
Apesar de a venda de álcool para menores de idade ser proibida pelo ECA (Estatuo da Criança e do Adolescente)- a pena é de até dois anos de prisão- e por uma lei municipal de 2007, a maioria dos jovens encontrados pela reportagem sábado à noite disse não ter dificuldade para comprar bebidas.
Desde que a lei foi regulamentada, em 2008, em São Paulo, a prefeitura realizou 112 blitze para fiscalizar a venda de álcool para menores de idade, visitando 1.501 estabelecimentos na cidade. A norma prevê multa de R$ 4.500 e cassa o alvará de funcionamento na segunda reincidência.
A lei obriga ainda os bares a exibir o aviso: “O álcool causa dependência e, em excesso, provoca males à saúde”. O estabelecimento que não tiver o cartaz é multado em R$ 1.500.
O próprio responsável pela Coordenadoria de Atenção às Drogas da prefeitura, Luiz Alberto de Oliveira, reconhece que não é suficiente.
“É um número ridículo. Tem cerca de 700 agentes vistores na cidade e 70 mil estabelecimentos cadastrados no município para venda de bebida alcoólica. Fora os irregulares e ambulantes. Não existe poder público capaz de fiscalizar essa massa”, avalia Oliveira.
Para ele, a solução para a questão é o apoio da população. “É preciso que a sociedade também colabore, fazendo denúncias. Reuni mais de 200 conselheiros tutelares e os provoquei a fazer uma denúncia, cada um. Ninguém nunca me fez uma denúncia”, diz Oliveira. (matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo)