Espiritismo no dia-a-dia

Um menino de nove anos foi agredido por colegas porque é gago.Tal comportamento é conhecido como bulling.Uma pesquisa da Unicamp mostra que as humilhações também partem de quem deveria dar o exemplo.

A família do menino ainda não se conforma com o que aconteceu. O estudante de nove anos teve alta do hospital no fim de semana depois de passar por vários exames que diagnosticaram uma lesão no pescoço.

Ele foi vítima de cinco colegas. A família conta que o garoto já havia sido agredido outras vezes pelo mesmo motivo, porque é gago.

“A professora diz que ele nem conversa dentro da sala de aula. Ele tem medo de tentar falar alguma coisa e eles tirarem sarro dele”, afirma a mãe.

Especialistas da Universidade Estadual de Campinas buscaram entre alunos de escolas públicas e particulares respostas para esse comportamento humilhante que ficou conhecido pela expressão inglesa “bulling”.

Mas depois de quatro anos de pesquisa eles constataram: em muitos casos quem deveria educar, muitas vezes incentiva a agressividade. Quase a metade entrevistados alegou sofrer humilhações constantes por parte dos professores.

“Fala com o dedo na nossa cara e fica gritando muito alto”, conta um aluno.

“Exatamente esse dado nos surpreendeu. Ações que nós podemos dizer que são violências físicas e muitas vezes até morais”, comenta Luciene Paulino Tognetta, professora Faculdade de Educação da Unicamp.

Foi assim com um adolescente que não quer se identificar. Ele reclama da forma como é tratado pelos professores.

“Quando tem gente conversando e eles não querem conversa, eles gritam, batem livro na mesa, joga apagador, joga giz. Xinga a gente de idiota, burro, macaco”, conta outro aluno.

A mãe dele conta que foi orientada pelos coordenadores a bater no filho para que ele se comportasse.

“Tirar o videogame, bater tomar uma atitude firme com ele, tanto verbal quanto física, pra que ele mudasse a sua atitude dentro da sala de aula”, declara a mãe.

Para uma educadora da Unicamp situações como essas são provocadas pela falta estrutura de trabalho enfrentada pelos professores e pela falta de limites dos alunos.

“Professores e alunos se entendem muitas vezes, cada vez menos e estão todos descontentes”, afirma Angela Soligo, educadora da Unicamp.

A educadora da Unicamp também disse que os pais não aceitam bem as críticas em relação aos filhos. E que os estudantes não estão preparados para a frustração.

 
 
Visão espírita
 
intolerancia 

1. Os fariseus, ao ouvirem que Jesus havia feito os saduceus

se calarem, reuniram-se; e um deles, que era doutor da lei,

perguntou-Lhe para tentá-Lo: Mestre, qual é o maior mandamento

da lei? Jesus lhe respondeu: Amarás ao Senhor teu Deus de todo

o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito. Este é o

maior e o primeiro mandamento. E eis o segundo, que é semelhante

àquele: Amarás teu próximo como a ti mesmo. Toda a lei e os

profetas estão contidos nestes dois mandamentos. (Mateus, 22:

34 a 40)

2. Fazei aos homens tudo o que gostaríeis que eles vos fizessem;

pois esta é a lei e os profetas. (Mateus, 7:12)

Tratai todos os homens da mesma maneira que gostaríeis que eles

vos tratassem. (Lucas, 6:31)

Anúncios

About jizel

Blog da juventude espírita irmã Zélia

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: