Archive | setembro 19, 2009

Espiritismo no dia-a-dia

Incentivei sim’, diz mãe de aluna envolvida em briga em porta de escola

Do G1, com informações do Bom Dia São Paulo 

A  mãe que incentivou a filha a brigar na saída da escola em Araçariguama, a 53 km de São Paulo, admitiu ter incentivado a filha a bater na outra aluna. Ela disse estar arrependida, mas contou que não pensa ter agido tão errado. “Incentivei sim, e eu acho que eu estava errada nessa parte. Mas eu acho que qualquer mãe, qualquer pai, que visse a filha no chão, por baixo, ia agitar sim para sair de baixo. O que eu falava, falava mesmo. ‘Bate também, dá pesada’, porque se apanhar aqui vai apanhar em casa. Eu não criei filha para apanhar na rua”, disse a monitora escolar Meire Aparecida Fernandes.

Meire é funcionária da prefeitura da cidade, e trabalha como monitora nos ônibus que transportam os alunos. As imagens da briga, ocorrida fora do estabelecimento de ensino, foram gravadas por um aluno com um celular. Nas cenas, ela encoraja a filha a bater em uma colega e não permite que pessoas interrompam. “Não entra ninguém. Não vai entrar ninguém. É minha filha. Ela vai resolver”, diz a mulher.

A mãe da outra aluna não concorda com a atitude. “Você é mãe como eu sou. Pegasse a sua filha, colocasse dentro do carro e levasse embora. Passasse na minha casa. ‘Olha, elas estavam brigando. Eu trouxe a minha filha, dá um jeito na sua’. Porque eu teria feito isso”, contou a aposentada Sueli Silvestrin dos Reis.

Investigação

O Conselho Tutelar quer que o Ministério Público investigue o caso. “Nós esperamos que o adolescente aprenda a ter limites, a amar o seu próximo, a ter um bom comportamento, a estudar. De forma nenhuma aprenda a bater. Como será a educação dessa adolescente, que ela está tendo na casa dela?”, disse o conselheiro tutelar Marcos Silva. Segundo ele, a atitude da mãe contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “O poder pátrio dá direito a educar, a pôr a salvo, a separar de más condutas, a tirar de situações de risco. Esse direito, quando infringido, é questionado.”

O conselheiro disse que a briga foi motivada por ciúmes. As duas garotas de 15 anos disputavam um rapaz de 23 anos. Silva diz que a menina que foi agredida estava saindo com o jovem, que havia terminado com a outra. Marcos da Silva diz que ainda é preciso colher algumas informações sobre o caso. Mas a mãe pode mesmo perder a guarda e a menina ser encaminhada a um abrigo.

Visão espírita (colaboração de nosso grande amigo Cássio Emmanuel)

A JABUTICABEIRA  

Um jovem se aproximou de um senhor idoso e perguntou:

– Que planta é esta que o senhor está cuidando?

– É uma jabuticabeira – respondeu o velho.

– E ela demora quanto tempo para dar frutos?

– Ah, pelo menos uns quinze anos – informou o homem.

– E o senhor espera viver tanto tempo assim? – indagou irônico, o rapaz.

– Não, não creio que viva tudo isso, pois já estou no fim da minha jornada, disse o ancião.

– Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?

E o velhinho respondeu calmamente:

– Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas se todos pensassem como você…

Que seria de nós, se não plantássemos hoje a semente que servirá de alimento amanhã?

Não podemos estar voltados somente para nós mesmos. Temos que pensar, também, nas gerações que estão por vir.

Temos que dar nossa colaboração. Muitas medidas tomadas hoje repercutirão no futuro.

Tomara que você sinta orgulho de poder fazer, de alguma forma, parte dele e ter dado a sua contribuição.

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