Espiritismo no dia-a-dia

 Entrevista Sonia Rinaldi parte 2

Como são realizadas suas experiências de gravação? Qual é sua rotina  de pesquisadora?

  Agora, com o Mestrado, tudo girará em função disso, e as gravações
  serão feitas para que os cientistas que participarão da tese possam
  ter mais e mais elementos de estudo. Fora disso, vou continuar dando
  uma aula por mês de como gravar para as pessoas interessadas.
 
Nos workshops realizados por você, como as pessoas têm reagido ao contato com entes que se foram? Na mesma linha desta questão, a saudade e a necessidade de um contato não podem prejudicar uma análise  racional?

Em todos os cursos (workshops) que damos, todos obtêm resultados de
seus falecidos e aprendem a gravar. Não há como comprometer a
interpretação, porque, ou a resposta está lá ou não está. Nossas
gravações há anos são bem claras… não deixam margem de dúvida ou
permita dúbia interpretação. Se a gravação/resposta não for clara,
será descartada.
 
Quando se fala em vida após a morte, as pessoas fazem logo uma conexão   com religião, que, no sentido clássico, vai na contramão da pesquisa científica. Como você lida com isto?

Religião que se esconde atrás de dogmas e não respeita a lógica deve
estar com os dias contados. A globalização e o avanço tecnológico
despertaram a racionalidade, e a visão setorizada tende a mudar. Ou
algo é “verdade” ou não merece crédito. E tudo que é “verdade” tem que
ser passível de análise e investigação. Há de chegar o tempo em que o
ser humano dispensará supostas leis divinas, sejam lá quais forem, que
não passem pelo crivo da lógica racional.

Considerando a hipótese sobrevivencialista, quais as diferenças deste contato em relação à psicografia, já que as gravações captam pequenasfrases, às vezes com uma estrutura gramatical inversa, bem diferente dos livros mediúnicos, que são verdadeiros tratados, romances, com estruturas complexas…

 
  A diferença fica por conta de que tudo que não pode ser
  matematicamente investigado, fica excluído do interesse da Ciência.
  Até hoje, centenas de médiuns têm dado importante contribuição no
  sentido filosófico e social; porém, fica fora da possibilidade da
  comprovação da realidade disso. Já no caso da Transcomunicação,
  qualquer “alô!” vem com um peso incontestável diante dos olhos de um
  cientista. Por isso, penso que a Transcomunicação Instrumental é o
  veiculo mais poderoso para comprovar que se vive depois da morte,
  além, claro, de levar consolo a milhares de pessoas que sofrem com a
  perda de alguém querido…

colaboração da nossa irmã Conceição

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About jizel

Blog da juventude espírita irmã Zélia

One response to “Espiritismo no dia-a-dia”

  1. margarida cardoso leite says :

    Eu também participei porém mais afastada. No final fiquei no carro acompanhando a marcha no Eixão de cima.
    Me emocionei bastante.

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