Archive | agosto 2009

Espiritismo no dia-a-dia

transcomunicação

 

 

Vida após a morte será tema de tese na PUC de São Paulo
 
 Manoel Fernandes Neto

 
  O assunto não tem nada a ver com religião, apesar de falar de vida
  após a morte. Sonia Rinaldi há mais de 20 anos pesquisa o assunto e
  prepara-se para um desafio hercúleo: levar para um ambiente totalmente
  cético algo que comumente é tratado com crença. Ela vai defender, a
  partir deste ano, uma tese de mestrado na PUC – Pontifícia
  Universidade Católica de São Paulo, intitulada “Transcomunicação:
  Interconectividade entre Múltiplas Realidades e a Convergência de
  Ciências para a Comprovação Científica da Comunicabilidade
  Interplanos”, com a qual pretende comprovar que após a morte do corpo
  físico a consciência sobrevive.
  Essa consciência, segundo Sonia, classificada de vários nomes, mantém
  sua individualidade, história, aquisições morais e intelectuais, além
  de ter capacidade de comunicação com o mundo da matéria.

 Atualmente, como uma das coordenadoras do Instituto de Pesquisas Avançadas em Transcomunicação Instrumental, Sonia passa seus dias conectando
aparelhos de gravação de áudio e vídeo, buscando contato com o que
convencionamos chamar de “o outro lado da vida”.
  Para a pesquisadora, o fato deste tipo de abordagem adentrar o mundo
  acadêmico é uma conquista que só será percebida no futuro, mas que
  trará benefícios para toda a Humanidade: “É chegada a hora de sair da
  infância e encarar a realidade da nossa evolução contínua.”, diz
  Sonia.
 
  Acompanhe a entrevista exclusiva concedida por Sonia Rinaldi ao editor da NovaE.
 
  Após 20 anos de pesquisa, como a ciência clássica, baseada em
  conceitos da matéria, vem encarando o seu trabalho?

 
  A Ciência, de forma ampla, está longe de se interessar. Uns tantos
  cientistas mundo a fora vêm trabalhando no sentido de documentar a
  realidade da sobrevivência após a morte. Porém, quer nos parecer que
  nenhum fenômeno é mais concreto – e, portanto, suscetível de toda
  sorte de análises e investigação, como requer a Ciência – do que a
  Transcomunicação Instrumental – ou seja, a comunicação com o Outro
  Lado da Vida através de gravações em computador e vídeo. Este ano de
  2009 traz uma nova rota para nossa pesquisa, pois inicio Mestrado na
  PUC – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, justamente para
  levar a Transcomunicação ao meio acadêmico, coisa que jamais ocorreu
  na História. Veremos, daqui a uns anos, o que teremos conseguido.
 
Como foi o processo de aprovação de sua tese de mestrado, sobre este  assunto tão avesso ao mundo acadêmico?

Eles chegaram a me chamar na PUC para eu mudar minha tese, mas não aceitei.
  Tenho premência em conduzir a pesquisa conforme a proposta, pois minha
  tese não será simples – propus uma mega-tese multidisciplinar, pois já
  considerei o fato de que eu, sozinha, seria inapta para comprovar
  qualquer coisa. Propus a participação de engenheiros, físicos e
  matemáticos – todos com doutorado, para que sejam eles que avaliem,
  dentro dos parâmetros requeridos pela Ciência, que o fenômeno é real.

  A minha parte é levantar a ocorrência do fenômeno – a deles será
  endossar a autenticidade e – dentro das possibilidades -, tentar
  explicá-lo.
Quem serão os maiores beneficiados com a comprovação científica da  sobrevivência após a morte?

  A meu ver, a própria Humanidade, que deixará de se enganar. É como se
  fosse chegada a hora de sair da infância e encarar a realidade da
  nossa evolução contínua.
 
  Você pode explicar aos nossos leitores, em sua maioria, leiga neste
  assunto, o que seria a hipótese “sobrevivencialista” em contraposição  à hipótese “psi”?

 Quem é a favor da sobrevivência após a morte vê a coisa como sendo o
  ser humano composto de um corpo e uma alma, ou espírito. Na morte do
  corpo físico, esse espírito ou consciência, prosseguiria na jornada.
  Esse é o ponto de vista dos espiritualistas. Já uns tantos
  parapsicólogos acham que os fenômenos paranormais não são resultado de
  uma intervenção espiritual, mas sim, produto da própria mente de quem
  produz o fenômeno. No caso da Transcomunicação, exaustivamente essa
  segunda hipótese fica descartada, por uma série de fatores que não
  arrolaremos para não nos estendermos. Mas sumarizamos dizendo que as
  vozes que gravamos falam de coisas que ninguém sabia, dão nomes de
  pessoas, cidades de origem, etc., que o transcomunicador nunca ouviu
  falar. Filhos falecidos mencionam peculiaridades que só a família
  sabe, etc. Não há a menor possibilidade de ser produto da mente de
  alguém. Necessariamente, os contatos mostram que estamos em contato
  com seres que já partiram.

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Espiritismo no dia-a-dia

 Entrevista Sonia Rinaldi parte 2

Como são realizadas suas experiências de gravação? Qual é sua rotina  de pesquisadora?

  Agora, com o Mestrado, tudo girará em função disso, e as gravações
  serão feitas para que os cientistas que participarão da tese possam
  ter mais e mais elementos de estudo. Fora disso, vou continuar dando
  uma aula por mês de como gravar para as pessoas interessadas.
 
Nos workshops realizados por você, como as pessoas têm reagido ao contato com entes que se foram? Na mesma linha desta questão, a saudade e a necessidade de um contato não podem prejudicar uma análise  racional?

Em todos os cursos (workshops) que damos, todos obtêm resultados de
seus falecidos e aprendem a gravar. Não há como comprometer a
interpretação, porque, ou a resposta está lá ou não está. Nossas
gravações há anos são bem claras… não deixam margem de dúvida ou
permita dúbia interpretação. Se a gravação/resposta não for clara,
será descartada.
 
Quando se fala em vida após a morte, as pessoas fazem logo uma conexão   com religião, que, no sentido clássico, vai na contramão da pesquisa científica. Como você lida com isto?

Religião que se esconde atrás de dogmas e não respeita a lógica deve
estar com os dias contados. A globalização e o avanço tecnológico
despertaram a racionalidade, e a visão setorizada tende a mudar. Ou
algo é “verdade” ou não merece crédito. E tudo que é “verdade” tem que
ser passível de análise e investigação. Há de chegar o tempo em que o
ser humano dispensará supostas leis divinas, sejam lá quais forem, que
não passem pelo crivo da lógica racional.

Considerando a hipótese sobrevivencialista, quais as diferenças deste contato em relação à psicografia, já que as gravações captam pequenasfrases, às vezes com uma estrutura gramatical inversa, bem diferente dos livros mediúnicos, que são verdadeiros tratados, romances, com estruturas complexas…

 
  A diferença fica por conta de que tudo que não pode ser
  matematicamente investigado, fica excluído do interesse da Ciência.
  Até hoje, centenas de médiuns têm dado importante contribuição no
  sentido filosófico e social; porém, fica fora da possibilidade da
  comprovação da realidade disso. Já no caso da Transcomunicação,
  qualquer “alô!” vem com um peso incontestável diante dos olhos de um
  cientista. Por isso, penso que a Transcomunicação Instrumental é o
  veiculo mais poderoso para comprovar que se vive depois da morte,
  além, claro, de levar consolo a milhares de pessoas que sofrem com a
  perda de alguém querido…

colaboração da nossa irmã Conceição

Jiz em Defesa da Vida – Warm up !

Bom pessoal, já começamos a escrever aqui sobre os acontecimentos da última Marcha Nacional em Defesa da Vida – Movimento Brasil sem Aborto, que aconteceu agora no último domingo. Como já foi dito, o maior direito de qualquer ser humano é o direito a sua própria vida, e lutar pela causa é lutar por um mundo mais justo e melhor para todos. Nesse ínterim, a Juventude do GEABL se preparou para a Marcha e contamos com o apoio de vários de nossos jovens na passeata. Liz, Antônio, Júlia, Natália, Daniel, Marília, Débora entre outros estavam lá carregando a bandeira em defesa da vida e mostrando a participação da nossa Mocidade no movimento. Mas muita gente que não foi deu sua parcela de contribuição sim! No último sábado tivemos um warm up para nos prepararmos para o evento. A atividade integradora do mês teve como tema as atividades desenvolvidas pelo movimento Brasil sem Aborto e após um primeiro embasamento sobre a visão da doutrina sobre o Aborto e o vídeo “Flores de Marcela” (ambos já postados aqui) tivemos a confecção de cartazes e painéis que foram levados para a manifestação. Confiram as fotos!

JIZ na 3ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida – 1º parte

A Juventude e o JIZ presente em uma marcha pela vida!
O JIZ na Marcha pela vida!
 
Aos jovens que não foram, lhes digo que vocês perderam uma grande oportunidade de lutar por causa tão bonita e justa. Porém, faço uma convocação a todos, venham na próxima marcha, tenho certeza absoluta que vocês vão gostar!
 
Todos unidos pelo primeiro direito do Ser Humano, o de VIVER 😀
 A Juventude do Grêmio Espírita Atualpa Barbosa Lima esteve presente nessa caminhada em favor da vida. Estavamos reunidos na FEDF, e logo depois fomos para a concentração da marcha no Eixão. Nós juntamos com pessoas de várias religiões e crenças. Antes do começo da marcha houve duas apresentações lindas de balé e hip hop, que inclusive homenageou Michael Jackson. Houve discurso de algumas pessoas que falavam como importante é a vida. Todos foram muito emocionantes e com certeza tocaram fundo em nossos corações.
 Logo depois, era hora de lutar pela vida, era hora de marchar. No caminho, outros irmãos da casa de Atualpa foram se juntando a nós, ajudando a deixar aquele movimento ainda mais forte. Houve pessoas que tentaram combater essa caminhada pacífica, mas nós seguimos em frente. No começo nos andamos ao som de Elba Ramalho cantando “Bate Coração,” nós gritamos que eramos a favor do direito de viver, e celebramos a vida, depois ao som de Gonzaguinha …”Viver e não ter a vergonha de ser feliz … Mas isso não impede que eu repita, é bonita, é bonita, é bonita!”
Depoimento pessoal: Essa marcha tornou o meu domingo muito mais especial, sem ele com certeza, o meu domingo não seria a metade do que foi. Foi minha primeira passeata a favor de uma causa tão bonita e justa. E por ser a primeira, foi inesquecível. Me emocionei muito. Galera, não há nada melhor do que andar num dia de domigo por uma causa no qual vocês acreditem, confiem em mim. E ainda mais, se for a favor da vida 😀
P.s: Uma pessoa vai registar aqui a segunda parte, já que não pude ir até a Esplanada. Aguardem ;D

Jiz em Defesa da Vida

Flores de Marcela

Parte 1

Jiz Em Defesa da Vida

Flores de Marcela parte 2

Jiz na Marcha em Defesa da Vida

bebê 1

 

O Livro dos Espiritos  

88O – Qual o primeiro de todos os direitos naturais do homem?

– O de viver. Ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu semelhante nem fazer o que possa comprometer sua existência física.

 334 – A união da alma com este ou aquele corpo é predestinada, ou a escolha se faz apenas no último momento?

 – O Espírito é sempre designado antes. Ao escolher a prova por que deseja passar, pede para encarnar; portanto, Deus, que tudo sabe e tudo vê, sabe e vê antecipadamente que alma se unirá a qual corpo.

 344 – Em que momento a alma se une ao corpo?

 – A união começa na concepção, mas só se completa no instante do nascimento. No momento da concepção, o Espírito designado para habitar determinado corpo se liga a ele por um laço fluídico e vai aumentando essa ligação cada vez mais, até o instante do nascimento da criança. O grito que sai da criança anuncia que ela se encontra entre os vivos e servidores de Deus.

  357 Quais são, para o Espírito, as conseqüências do aborto?

– É uma existência nula que terá de recomeçar.

 358 O aborto provocado é um crime, qualquer que seja a época da concepção?

– Há sempre crime quando se transgride a Lei de Deus. A mãe, ou qualquer outra pessoa, cometerá sempre um crime ao tirar a vida de uma criança antes do seu nascimento, porque é impedir a alma de suportar as provas das quais o corpo devia ser o instrumento.

 359 No caso em que a vida da mãe esteja em perigo pelo nascimento do filho, existe crime ao sacrificar a criança para salvar a mãe?

– É preferível sacrificar o ser que não existe a sacrificar o que existe.