Archive | maio 2009

Jiz no Big Encontro!!! Finalmente!!!

Pessoal,

A espera foi longa, mas estamos agora postando as novas (ou quase novas) sobre o II Big Encontro, que aconteceu no feriado do dia 01 de Maio e que reuniu nossa Juventude para tratar do tema “Amizade na Juventude”. O Encontro teve início as 09h com a Alegria Cristã. Depois tivemos a contribuição da nossa amiga psicóloga Márcia que fez uma série de dinâmicas mostrando a importancia da amizade e de compartilhar nossos problemas e dificuldades. Houve também várias atividades que mostraram que encontrar um amigo pode ser mais fácil do que pensamos! Ahh e não podemos deixar de citar o almoço, que estava ótimo por sinal, parabéns as mamães cozinheiras que colaboraram! No início da tarde os jovens encerraram as atividades mostrando que “Amizade é Tudo Isso”,onde foi confeccionado um mural com fotos de demonstrações de amizade. Pra quem foi seguem as fotos pra matar um pouquinho a saudade. Pra quem não pode estar lá seguem as fotos para conferir como foi e pra deixar a vontade de participar ano que vem!    

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Jiz da Semana

“A leitura é para a inteligência o que é o exercício para o corpo.”
(Joseph Addison)

Espiritismo no Dia-a-Dia

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Ateus adotam nova estratégia: ir a público
 
Laurie Goodstein, The New York Times

Em Charleston (Carolina do Sul)

Dois meses após uma organização ateia local colocar um cartaz dizendo: “Você não acredita em Deus? Você não está sozinho”, os 13 membros do conselho do grupo reuniram-se na sala de Laura e Alex Kasman para lidar com as consequências.

O problema não foi que o grupo, os Humanistas Seculares de Lowcountry, tinha virado alvo de hostilidades. Foi o oposto. Mais de 100 pessoas apareceram para seu simpósio público, e os membros do conselho estavam discutindo se não era hora de encontrar um espaço maior.

 E agora os pais estão pedindo programas orientados para a família, nos quais possam se reunir com outros ateus de mente parecida. “Todo mundo é a favor de patrocinar um piquenique para humanistas com famílias?”, perguntou o presidente do conselho, Jonathan Lamb, meteorologista de 27 anos, ouvindo um coro de “sim”.

Mais do que nunca, os ateus dos EUA estão se unido e se expondo – mesmo aqui na Carolina do Sul, lar da Universidade Bob Jones, das Leis Blue e de uma câmara legislativa que no ano passado aprovou unanimemente uma placa de carro cristã com uma cruz, uma janela de vitrais e as palavras “Eu Acredito”. (A medida foi vetada por um juiz e agora irá a julgamento.)

 Eles estão se conectando via Internet, fazendo reuniões em bares, colocando anúncios em cartazes e ônibus, se voluntariando para cozinhas comunais, catando lixo na beira da estrada e conquistando o reconhecimento de grupos ateus em avisos para adotar uma estrada. Eles comparam sua estratégia com a do movimento dos direitos homossexuais, que cresceu quando os membros da minoria marginalizada decidiram ir a público

“Não é uma questão de protestar. A coisa mais importante é sair do armário”, disse Herb Silverman, professor de matemática do Colégio de Charleston, que fundou o grupo dos Humanistas Seculares de Lowcountry, que tem cerca de 150 membros na costa das Carolinas.

As pesquisas mostram que as fileiras de ateus estão crescendo. Na Pesquisa de Identificação Religiosa Americana, grande estudo publicado no mês passado, o único grupo demográfico que cresceu em todos os 50 Estados nos últimos 18 anos foi o dos “sem religião”.

Nacionalmente, os “sem religião” na população quase dobraram, de 8% em 1990 para 15% em 2008. Na Carolina do Sul, eles mais do que triplicaram, de 3% para 10%. Nem todos os “sem religião” são necessariamente ateus ou agnósticos fervorosos, mas perfazem uma amostra de possíveis patrocinadores do movimento.

 Apesar da mudança de atitude, as pesquisas continuam mostrando que os ateus têm classificação inferior a qualquer outra minoria ou grupo religioso quando se pergunta aos americanos se votariam em alguém do grupo ou aprovariam o casamento de seu filho com um membro daquele grupo.

 Loretta Haskell, a musicista de uma igreja, disse: “Em certa altura, perguntei-me se deveria ou não fazer música nas igrejas, dada minha posição. Mas, ao mesmo tempo, gosto de usar minha música para elevar as pessoas, para dar-lhes conforto. E o que descobri foi que não sou uma humanista que acha que a religião é uma coisa ruim.”

Posição da Doutrina Espírita

Este tema – a crença na existência de Deus como inteligência superior e princípio criador de tudo – é tão importante no Espiritismo que abre os princípios básicos da Doutrina e o primeiro capítulo de “O Livro dos Espíritos”, obra inaugural da Codificação Kardequiana.

1 O que é Deus?
– Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.

Mais à frente, Kardec indaga dos espíritos:
.
4 Onde podemos encontrar a prova da existência de Deus?
– Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem
causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem, e a vossa
razão vos responderá.
G Para acreditar em Deus, basta ao homem lançar os olhos sobre as
obras da criação. O universo existe, portanto ele tem uma causa. Duvidar
da existência de Deus seria negar que todo efeito tem uma causa e
admitir que o nada pôde fazer alguma coisa.
Novamente Kardec, com seus espírito científico e inquiridor, argumenta:

7 Poderemos encontrar a causa primária da formação das coisas
nas propriedades íntimas da matéria?

– Mas, então, qual teria sido a causa dessas propriedades? Sempre é
preciso uma causa primária.
G Atribuir a formação primária das coisas às propriedades íntimas
da matéria seria tomar o efeito pela causa, porque essas propriedades
são elas mesmas um efeito que deve ter uma causa.

8 O que pensar da opinião que atribui a formação primária a uma
combinação acidental e imprevista da matéria, ou seja, ao acaso?
– Outro absurdo! Que homem de bom senso pode conceber o acaso
como um ser inteligente? E, além de tudo, o que é o acaso? Nada.
G A harmonia que regula as atividades do universo revela combinações
e objetivos determinados e, por isso mesmo, um poder inteligente.
Atribuir a formação primária ao acaso seria um contra-senso, porque o
acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz.
Um acaso inteligente não seria mais um acaso.

9 Onde é que se vê na causa primária a manifestação de uma
inteligência suprema e superior a todas as inteligências?

– Tendes um provérbio que diz: “Pela obra reconhece-se o autor.”
Pois bem: olhai a obra e procurai o autor. É o orgulho que causa a incredulidade.
O homem orgulhoso não admite nada acima dele; é por isso que
se julga um espírito forte. Pobre ser, que um sopro de Deus pode abater!
G Julga-se o poder de uma inteligência por suas obras. Como nenhum
ser humano pode criar o que a natureza produz, a causa primária
é, portanto, uma inteligência superior à humanidade.
Quaisquer que sejam os prodígios realizados pela inteligência humana,
essa inteligência tem ela mesma uma causa e, quanto mais grandioso for
o que ela realize, maior deve ser a causa primária. É essa inteligência
superior que é a causa primária de todas as coisas, qualquer que seja o
nome que o homem lhe queira dar.

Por fim, mas ainda no primeiro capítulo, a esperança de dias melhores, nas palavras dos benfeitores espirituais.
11 Um dia será permitido ao homem compreender o mistério da
Divindade?
– Quando seu Espírito não estiver mais obscurecido pela matéria e,
pela sua perfeição, estiver mais próximo de Deus, então o verá e o compreenderá.
G A inferioridade das faculdades do homem não lhe permite compreender
a natureza íntima de Deus. Na infância da humanidade, o homem O
confunde muitas vezes com a criatura, da qual lhe atribui as imperfeições;
mas, à medida que o senso moral nele se desenvolve, seu pensamento
compreende melhor o fundo das coisas e ele faz uma idéia de Deus mais
justa e mais conforme ao seu entendimento, embora sempre incompleta.

O Jiz quer saber

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Você sabe o que é uma criança índigo?

Filme espírita: vem aí o novo gênero

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O empresário cearense Luis Eduardo Girão, de 37 anos, está novamente por trás de mais um filme espírita. Depois de patrocinar e produzir o longa Bezerra de Menezes, Girão está enfrentando uma maratona de reuniões em São Paulo para viabilizar o filme As Mães de Chico Xavier.  O longa contará a história verídica de três mães que, após perderem os filhos, procuraram Chico Xavier para tentarem receber uma mensagem do além. “Um deles se suicidou, o outro sofreu um acidente de carro e a último nem chegou a nascer, já que a mãe fez um aborto.” 

O roteiro está sendo escrito pelo também cearense Emmanuel Nogueira, que viajou para Uberaba, Pedro Leopoldo e São Paulo para conhecer essas mães. O filme terá três diretores, Glauber Filho, Joel Pimentel (que também dirigiram Bezerra de Menezes) e Halder Gomes. “Cada um vai dirigir a história de uma mãe”, diz. 

Girão adiantou que ainda não foram cotados os nomes dos atores porque o projeto ainda é muito embrionário. “Nosso desejo é que o filme fique pronto até o ano que vem para ser lançado durante o centenário de Chico.” Outro ponto da história é que o personagem de Chico Xavier deverá aparecer pouco, ou não ser filmado. “O foco da história são as mães.”

Chico Xavier no Cinema

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O maior dos médiuns terá sua história contada por Daniel Filho em filme que promete arrebatar

Por: Felipe Cruz, do Diário Todo Dia News, dtdn.wordpress.com
   
Três filmes sobre Chico Xavier serão lançados até 2 abril do ano que vem, quando o médium faria cem anos. O trabalho que está com a produção mais avançada é o longa Chico Xavier, que será dirigido por Daniel Filho e é baseado em biografias como As Vidas de Chico Xavier, escrito pelo jornalista Marcel Souto Maior. As outras duas produções também prometem (leia mais abaixo). Uma delas é a adaptação do best-seller de Chico, Nosso Lar, que já teve os direitos cedidos pela FEB (Federação Espírita Brasileira) e deverá ser distribuído pela Fox. O outro vem do empresário Luis Eduardo Girão, que no ano passado financiou Bezerra de Menezes e, agora, lançará As Mães de Chico Xavier.

O único nome do elenco confirmado para o filme de Daniel Filho é o do ator Nelson Xavier, que interpretará Chico adulto. Atores-mirins de Minas Gerais, terra do médium, deverão ser privilegiados na escolha do elenco. O roteiro, escrito por Marcos Bernstein (de Central do Brasil), já está pronto. Bruno Wainer, diretor da Downtown Filmes, parceira da produção, disse que o filme está orçado em R$ 7 milhões.
Marcel Souto Maior, autor da biografia, aprovou o roteiro de Bernstein. “Eu e o Daniel Filho chegamos a ler outros dois roteiros, mas o de Bernstein ficou a altura da história.” Enquanto os atores não são escolhidos, a leitura do roteiro foi feita há 20 dias com mais de dez atores presentes, entre eles Tony Ramos, Cristiane Torloni e Camila Pitanga.

Antes mesmo de ser filmado, o filme já causa polêmica. Eurípedes Humberto Higino dos Reis, filho de Chico e detentor da marca ‘Chico Xavier’, diz ao JT que o filme não será baseado apenas na biografia de Marcel. “Até por isso, o filme se chamará apenas Chico Xavier”, diz. “Meu pai teve mais de 30 biografias, seria uma injustiça deixar que apenas uma pessoa o retratasse.” Reis, apesar de ainda não ter lido o roteiro, confirmou que já fez reuniões com Daniel e que o filme vai realmente ser filmado. “Vou assistir ao filme antes de ser lançado. Ensinamentos como ‘fora da caridade não há salvação’ deverão estar presentes.”

Sobre a declaração de Reis, Marcel defendeu-se dizendo que seu livro é a base do roteiro. “O roteirista tem a liberdade de se informar em diversas fontes. O universo de Chico é vasto e ele deve, sim, ter lido outros textos.” Marcel, que nasceu no mesmo dia em que Chico, lembra que as pessoas faziam chacota quando ele dizia que escreveria sobre a história do médium. “Falavam: ‘tem certeza de que não é a biografia do Chico Buarque, Chico Anysio ou Chico Mendes?’ Acho que se eu falasse que escreveria sobre o Chico Bento, receberia mais apoio.” 

O autor adiantou passagens sobre a vida do espírita que serão retratadas. “A traumática infância e o sofrimento de uma mãe em busca de informações sobre o filho vão emocionar. Antes de se tornar o mineiro do século, ele foi ridicularizado pela imprensa”, lembra. “Como no caso em que o jornalista da revista O Cruzeiro, David Nasser, e o fotógrafo Jean Manzon fingiram ser jornalistas estrangeiros e fizeram fotos do Chico até tomando banho de banheira. Quando o Chico viu a revista, ficou envergonhado e começou a chorar copiosamente. O espírito guia de Chico, Emmanuel, o alfinetou dizendo ‘pare de chorar. Jesus foi parar na cruz e você apenas no “Cruzeiro’.”

Outra passagem que também deverá ser lembrada é uma em que Chico se desesperou quando o avião em que estava entrou em uma zona de turbulência. “Emmanuel, ao vê-lo desesperado, disse para ele: ‘Se vai morrer, que morra com educação’. E Chico respondeu: ‘Onde já se viu morrer com educação?’.” Além disso, parte das três entrevistas que o médium deu para o programa Pinga Fogo, da TV Tupi, na década de 70, serão recriadas.

Jiz no Big Encontro. Tema: Amizade

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 Ricardinho não aguentou o cheiro bom do pão e falou:

 – Pai, tô com fome!

O pai, Agenor, sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência…

– Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente.

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

– Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois saí cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!

Amaro, o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho.

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) – arroz, feijão, bife e ovo.

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua.

Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá.

Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada.

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades.

Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

– Ô Maria! Sua comida deve estar muito ruim… Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!

Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer.

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho.

Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas.

Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório.

Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos ‘biscates aqui e acolá’, mas que há 2 meses não recebia nada.

Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias.

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho.

Ao chegar em casa com toda aquela ‘fartura’, Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso.

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores.

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho.

Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando.

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa.

E, ele não se enganou – durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres.

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar.

Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta.

Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula.

Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro.

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o ‘antigo funcionário’ tão elegante em seu primeiro terno.

Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço.

Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho, o agora nutricionista Ricardo Baptista.

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um.

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido.

Ricardinho, o filho, mandou gravar na frente da ‘Casa do Caminho’, que seu pai fundou com tanto carinho:

‘Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!

(História Verídica)