Archive | maio 2009

Jiz no Atualpa

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Jiz da semana

“…As circunstâncias entre as quais você vive determinam sua reputação. A verdade em que você acredita determina seu caráter. A reputação é o que acham que você é. O caráter é o que você realmente é… A reputação é o que você tem quando chega a uma comunidade nova. O caráter é o que você tem quando vai embora… A reputação é feita em um momento. O caráter é construído em uma vida inteira… A reputação torna você rico ou pobre. O caráter torna você feliz ou infeliz… A reputação é o que os homens dizem de você junto à sua sepultura. O caráter é o que os anjos dizem de você diante de Deus…”  

(Poema de William Davis).

Espiritismo e reflexão

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DO MUNDO VIRTUAL AO ESPIRITUAL

Frei Betto

Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão. Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: ‘Qual dos dois modelos produz felicidade?’

Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: ‘Não foi à aula?’ Ela respondeu: ‘Não, tenho aula à tarde’. Comemorei: ‘Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde’. ‘Não’, retrucou ela, ‘tenho tanta coisa de manhã…’ ‘Que tanta coisa?’, perguntei. ‘Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina’, e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: ‘Que pena, a Daniela não disse: ‘Tenho aula de meditação!

Estamos construindo super-homens e super mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: ‘Como estava o defunto?’. ‘Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!’ Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?

Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais…

A palavra hoje é ‘entretenimento’; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: ‘Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro,você chega lá!’ O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.

O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, autoestima, ausência de estresse.

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping-center. É curioso: a maioria dos shoppings-centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas…

Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Deve-se passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno… Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald…

Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: ‘Estou apenas fazendo um passeio socrático.’ Diante de seus olhares espantados, explico: ‘Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: “Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz !”

Enviado por André Ferreira

 

Espiritismo no dial

bebe propagandaContribuição de André Ferreira

COMPRAR, COMPRAR
(Clésio Tapety)

Olha só que gracinha
Uma caneca em forma de galinha
Já não consigo mais viver sem isso não

Olha só que legal
Um suvenir lá de portugal
Já não consigo mais viver sem isso não

Comprar, comprar, comprar, comprar
Resistir à tentação não dá, não dá
Gastar, gastar, gastar, gastar
E o essencial dispensar

Olha só que maneiro
Um boné de time brasileiro
Já não consigo mais viver sem isso não

Olha só que bacana
Qualquer coisa norte-americana
Já não consigo mais viver sem isso não

Comprar, comprar, comprar, comprar
Resistir à tentação não dá, não dá
Gastar, gastar, gastar, gastar
E o essencial dispensar

Olha só que beleza
Nova invenção japonesa
Já não consigo mais viver sem isso não

No que vi não acreditei
Nova versão do que eu já comprei
Já não consigo mais viver sem isso não

Comprar, comprar, comprar, comprar
Resistir à tentação não dá, não dá
Gastar, gastar, gastar, gastar
E o essencial dispensar

Reverberando a canção…
Para ouvir/baixar a música: http://www.overmundo.com.br/banco/comprar-comprar

Espiritismo no dia-a-dia

 

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“Médica acusada de quase 10 mil abortos irá a júri no Mato Grosso do Sul (12 de abril de 2009)

Em Campo Grande: (Agência Estado)

Acusada pelo Ministério Público Estadual como responsável pela interrupção da gravidez de quase 10 mil mulheres, a médica Neide Machado Mota será levada a júri popular. A decisão foi tomada no final da tarde de ontem pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS), com parecer unânime dos desembargadores.

 A medida é mesma para Rosângela de Almeida, Maria Nelma de Souza, Libertina de Jesus Centurion e a psicóloga Simone Aparecida Cantagessi de Souza, funcionárias da clínica de planejamento familiar que funcionava no centro de Campo Grande e era propriedade da médica. O advogado que defende a causa, Ruy Luiz Falcão Novaes, comentou que “o processo é nulo porque as acusadas não tiveram direito do devido processo legal”.

 Explicou que, por exemplo, “as 26 mulheres tidas na denúncia como clientes de Neide e que, ainda segundo a denúncia, fizeram aborto na clínica, não foram ouvidas no processo”. Hoje ele entrou com recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), pedindo a anulação do processo sob a alegação de que não há provas suficientes para sustentar as acusações.

 Caso o STJ confirme o resultado do TJ-MS, o julgamento deverá ocorrer dentro dos próximos três meses, conforme informou o juiz da 2ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e do Tribunal do Júri, Aluízio Pereira dos Santos.

 Desde abril de 2007, quando o Ministério Público Federal iniciou o levantamento das denúncias, foram apreendidas 9.896 fichas de mulheres com idades entre 19 e 45 anos que seriam clientes de Neide. Entre elas havia anotações de procedimentos médicos supostamente realizados há mais de 20 anos, o que motivou o cancelamento 8.340 fichas devido à prescrição da pena.

 Considerando também a falta de elementos que configurassem a realização de aborto, o número total de acusadas passou a ser 1.250. Desse total, 900 ainda estão sendo ouvidas na 1ª Delegacia de Polícia Civil, onde a estimativa para conclusão das audiências é no final deste ano. Os inquéritos concluídos são remetidos ao Fórum de Campo Grande. Nas denúncias feitas pelo Ministério Público Estadual, consta que cada cliente da médica pagou quantias entre R$ 500 e R$ 3.700, informações contidas nas fichas médicas de 27 pacientes atendidas em 2007.”

 Posição da Doutrina Espírita

A defesa à vida e, consequentemente, a proteção à oportunidade de vida ao espírito que habita o ventre materno é amplamente discutida em obras espíritas, ressaltamos duas:

  •  Primeiramente, posiciona-se O Livro dos Espíritos – LE quanto ao tema:

 A pergunta 344 permite-nos assegurar, apoiados na autoridade de O Livro dos Espíritos, a união concreta existente entre o espírito que se prepara para encarnar e o corpo mesmo antes de completa a gestação:

“Em que momento a alma se une ao corpo?

 — A união começa na concepção, mas só é completa por ocasião do nascimento. Desde o instante da concepção, o Espírito designado para habitar certo corpo a este se liga por um laço fluídico, que cada vez vai apertando até o instante em que a criança vê a luz (…).”

 Numa referência direta ao ato do aborto, expõe, sem espaço para dúvidas, a posição da doutrina a pergunta 358 que preza, primeiramente pela dádiva da vida:

 Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?

 — Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre ao tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, porque isso impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando.”

 Ressalvando a impermeabilidade da questão anterior, vem a pergunta 359 explicar a única exceção em que não seria moralmente reprovável o aborto

“Dado o caso em que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mãe dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda?

— Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.” (Entende-se que o ser referido seja o ser encarnado no mundo, após o nascimento).

  • Aproveitando o ensejo do último livro indicado em nosso blog, vale-se Nosso Lar da seguinte passagem referente às tenebrosas consequências por que passa aquele que conluia com tal prática:

  “[…] Deparou-se-nos, então, a miserável figura da mulher que implorava socorro do outro lado. Nada vi, senão o vulto da infeliz, coberta de andrajos, rosto horrendo e pernas em chaga viva; mas Narcisa parecia divisar outros detalhes, imperceptíveis ao meu olhar, dado o assombro que estampou na fisionomia, ordinariamente calma.

_ Filhos de Deus – bradou a mendiga ao avistar-nos -, dai-me abrigo à alma cansada! Onde está o paraíso dos eleitos, para que eu possa fruir a paz desejada.

Aquela voz lamuriosa sensibilizava-me o coração. Narcisa, por sua vez, mostrava-se comovida, mas falou em tom confidencial:

_ Não está vendo os pontos negros?

_ Não – respondi.

_ Sua visão espiritual ainda não está suficientemente educada. E, depois de ligeira pausa, continuou:

_ Se estivesse em minhas mãos, abriria imediatamente a nossa porta; mas, quando se trata de criaturas nestas condições, nada posso resolver por mim mesma. Preciso recorrer ao Vigilante-Chefe, em serviço.

Assim dizendo, aproximou-se da infeliz e informou, em tom fraterno:

_ Faça o obséquio de esperar alguns minutos.

Voltamos apressadamente ao interior. Pela primeira vez, entrei em contacto com o diretor das sentinelas das Câmaras de Retificação. Narcisa apresentou-me e notificou-lhe a ocorrência. Ele esboçou um gesto significativo e ajuntou:

_ Fez muito bem, comunicando-me o fato. Vamos até lá. Dirigimo-nos os três para o local indicado.

Chegados à cancela, o Irmão Paulo, orientador dos vigilantes, examinou atentamente a recém-chegada do Umbral, e disse:

_ Esta mulher, por enquanto, não pode receber nosso socorro. Trata-se de um dos mais fortes vampiros que tenho visto até hoje. É preciso entregá-la à própria sorte.

Senti-me escandalizado. Não seria faltar aos deveres cristãos abandonar aquela sofredora ao azar do caminho? Narcisa, que me pareceu compartilhar da mesma impressão, adiantou-se suplicante:

_ Mas, Irmão Paulo, não há um meio de acolhermos essa miserável criatura nas Câmaras?

_ Permitir essa providência – esclareceu ele -, seria trair minha função de vigilante.

E indicando a mendiga que esperava a decisão, a gritar impaciente, exclamou para a enfermeira:

_ Já notou, Narcisa, alguma coisa além dos pontos negros?

Agora, era minha instrutora de serviço que respondia negativamente.

_ Pois vejo mais – respondeu o Vigilante-Chefe.

Baixando o tom de voz, recomendou:

_ Conte as manchas pretas.

Narcisa fixou o olhar na infeliz e respondeu, após alguns instantes:

_ Cinqüenta e oito.

O Irmão Paulo,com a paciência dos que sabem esclarecer com amor, explicou:

_ Esses pontos escuros representam cinqüenta e oito crianças assassinadas ao nascerem.

Em cada mancha vejo a imagem mental de uma criancinha aniquilada, umas por golpes esmagadores, outras por asfixia. Essa desventurada criatura foi profissional de ginecologia.

A pretexto de aliviar consciências alheias, entregava-se a crimes nefandos, explorando a infelicidade de jovens inexperientes. A situação dela é pior que a dos suicidas e homicidas, que, por vezes, apresentam atenuantes de vulto.

 […]

 O Vigilante-Chefe aproximou-se, então, da pedinte e perguntou:

_ Que deseja a irmã, do nosso concurso fraterno?

_ Socorro! socorro! socorro!… – respondeu lacrimosa.

_ Mas, minha amiga – ponderou acertadamente -, é preciso sabermos aceitar o sofrimento retificador. Por que razão tantas vezes cortou a vida a entezinhos frágeis, que iam à luta com a permissão de Deus?

Ouvindo-o, inquieta, ela exibiu terrível carantonha de ódio e bradou:

_ Quem me atribui essa infâmia? Minha consciência está tranqüila, canalha!… Empreguei a existência auxiliando a maternidade na Terra. Fui caridosa e crente, boa e pura…

_ Não é isso que se observa na fotografia viva dos seus pensamentos e atos. Creio que a irmã ainda não recebeu, nem mesmo o benefício do remorso. Quando abrir sua alma às bênçãos de Deus, reconhecendo as necessidades próprias, então, volte até aqui.

_ Irada, respondeu a interlocutora:

_ Demônio! Feiticeiro! Sequaz de Satã!… Não voltarei jamais!… Estou esperando o céu que me prometeram e que espero encontrar. Assumindo atitude ainda mais firme, falou o Vigilante-Chefe com autoridade:

_ Faça, então, o favor de retirar-se. Não temos aqui o céu que deseja. Estamos numa casa de trabalho, onde os doentes reconhecem o seu mal e tentam curar-se, junto de servidores de boa-vontade.

_ A mendiga objetou atrevidamente: Não lhe pedi remédio, nem serviço. Estou procurando o paraíso que fiz por merecer, praticando boas obras.

E, endereçando-nos dardejante olhar de extrema cólera, perdeu o aspecto de enferma ambulante, retirando-se a passo firme, como quem permanece absolutamente senhor de si.

Acompanhou-a o Irmão Paulo com o olhar, durante longos minutos, e, voltando-se para nós, acrescentou:

_ Observaram o Vampiro? Exibe a condição de criminosa e declara-se inocente; profundamente má e afirma-se boa e pura; sofre desesperadamente e alega tranqüilidade; criou um inferno para si própria e assevera que está procurando o céu.

Ante o silêncio com que lhe ouvíamos a lição, o Vigilante-Chefe rematou:

_ É imprescindível tomar cuidado com as boas ou más aparências. Naturalmente, a infeliz será atendida alhures pela Bondade Divina, mas, por princípio de caridade legítima, na posição em que me encontro, não lhe poderia abrir nossas portas.”

 André Luiz. Nosso Lar. Psicografado por Francisco Cândido Xavier. Cap. 31.

Espiritismo na cabeceira

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LIVRO DO MÊS:

Nosso Lar – Pelo espírito de André Luiz, psicografia de Chico Xavier.

“Quando o servidor está pronto, o serviço aparece”.

“Uma existência é um ato.

Um corpo – uma veste.

Um século – um dia.

Um serviço – uma experiência.

Um triunfo – uma aquisição.

Uma morte – um sopro renovador.

Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos,

quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda?”

Do conjunto de todos os livros psicografados pelo médium Chico Xavier, Nosso Lar é, ainda hoje, o mais vendido! (mais de 1,5 milhões de exemplares, cujos direitos autorais foram cedidos pelo médium à Federação Espírita Brasileira – FEB em 1944).

Ele encabeça a série intitulada “A Vida no Mundo Espiritual” e inicia-se com a narrativa de um médico recém-falecido contando a sua chegada no outro plano.

Após o resgate do médico, que não é ninguém menos que André Luiz, passa o livro a descrever minuciosamente faces da vida na colônia de Nosso Lar (cidade espiritual que estaria situada próxima ao Rio de Janeiro). São abordadas questões como, segurança, diversão, alimentação e, sobretudo, trabalho!

São os principais personagens:

  1. André Luiz (o próprio autor)
  2. Laura (mãe de Lísias)
  3. Lísias (amigo de André Luiz em Nosso Lar)
  4. Narcisa (enfermeira da colônia Nosso Lar)
  5. Clarêncio (um dos Ministros de Nosso Lar)

 

Curiosidade acerca de André Luiz: De acordo com o livro, o médico teria nascido aproximadamente no início do século XX e seria um médico sanitarista no Rio de Janeiro. Dado menos importante mas sempre vivo nas “fofocas espíritas”, grandes são as chances dele ter sido o médico Carlos Chagas, devido aos dados tanto familiares quanto as particularidades da profissão, época e local de residência.

Eleito por pesquisa realizada pela “Candeia Organização Espírita de Difusão e Cultura” como o primeiro lugar entre os 10 melhores livros espíritas, Nosso Lar é fortemente indicado para leitura àqueles que têm curiosidade como: “quais as condições da vida após a morte?”, “o que pode ocorrer depois de meu desencarne?” e “que devo fazer para chegar bem do outro lado?” – vale ressaltar, todavia, que mais indicados serão sempre os livros do Pentateuco Kardequiano, como nos relembra a coordenação da casa.

As obras que compõe a série “A Vida no Mundo Espiritual” (também conhecida como: série André Luiz) são:

I – Nosso Lar

II – Os Mensageiros

III – Missionários da Luz

IV – Obreiros da Vida Eterna

V – No Mundo Maior

VI – Agenda Cristã

VII – Libertação

VIII – Entre a Terra e o Céu

IX – Nos Domínios da Mediunidade

X – Ação e Reação

XI – Evolução em Dois Mundos

XII – Mecanismos da Mediunidade

XIII – Conduta Espírita

XIV – Sexo e Destino

XV – Desobsessão

XVI – E a Vida Continua…

Espiritismo e pipoca

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Evocando Espíritos(the hauting in Connecticut, EUA,2009)
Sinopse: Família que acaba de se mudar para uma casa começa a presenciar fenômenos sobrenaturais.

Diretor: Peter Cornwell
Gênero: Terror
Duração: 92 minutos
Elenco: Com Virginia Madsen, Kyle Gallner e Elias Koteas.
Comentários pessoais: Apesar das fantasias típicas de Hollywood,  o filme é um ótimo exemplo das aparições de espíritos. O filme conta a história de Matt Campbell, jovem em estágio terminal de câncer que se muda com a família para uma casa perto da clínica em que faz tratamento. Conforme o tempo passa, o comportamento do rapaz começa a ficar estranho e todos na casa começam a ver coisas paranormais dentro dela.

Com isso acontecendo, a família resolveu pesquisar sobre os últimos moradores da casa e descobriu que era um centro de pesquisas que procurava muito mais que contato com os espíritos.

Falar mais estragaria o suspense que ocorre durante todo o filme – os espíritos tentando se comunicar com os vivos, o medo e a força com que os personagens lidam com a situação e o grand finale,  que é a descoberta de tudo.  

Baseado em uma história real, ele retrata muito bem a questão do médium. Alem de servir como uma fonte de estudo, é uma ótima opção de  entretenimento.