Archive | abril 2009

E o Jiz nasceu…

E o Jiz nasceu!!
O Jiz foi ao ar, oficialmente, às 22 horas do dia 25 de abril de 2009. Seu lançamento foi presenciado por 40 quase jovens, em uma paradisíaca residência no Lago Sul, ao som de MPB, rock, forró, dance e funk (nada é tão perfeito assim!)

Foi uma noite de gala, de muitas que ainda virão!

Você perdeu?  Pena

Veja em nosso blog, espere a próxima.

Mas não se esqueça, participe conosco.

Afinal,

Ah há, Uh-hu,

O Jiz é nosso!

Ah-há, Uh-hu

O Jiz é nosso!

 

 Festinha

 

 Festinha

 

festinha

 

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Jiz da Semana

“A ciência sem a religião é paralítica – a religião sem a ciência é cega.”
(Albert Einstein)

 

Atualpa no Jiz – Doutrina Explica

Galera, vem aí a Doutrina Explica! Um concurso onde você pode escolher um assunto do dia-a-dia, e coloca-lo na visão da Doutrina Espiríta. Se você quiser participar, leia folder abaixo. Colabore!

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ESPIRITISMO NO DIA-A-DIA

lagrimas1Isto É 8 de abril de 2009

Sexo cada vez mais cedo
Vídeo erótico com crianças veiculado na internet provoca escândalo e alerta para os riscos da sexualidade precoce

Suzane Frutuoso, de Ibirubá (RS)

 A pequena cidade gaúcha de Ibirubá é um daqueles lugares onde o tempo parece passar mais devagar. Lá todas as famílias se conhecem, as pessoas se cumprimentam pelo nome e a população pode circular à vontade pelas ruas, com praças arborizadas e casas coloridas que ajudam a compor um cenário bucólico. Tamanha placidez foi abalada há três semanas, quando explodiu na internet um vídeo de sexo explícito cujos protagonistas eram moradores da cidade: A., um garoto de 14 anos, e K., uma menina de 11. Durante as férias escolares, numa tar de quente de fevereiro, o adolescente se reuniu com três companheiros da mesma idade para jogar videogame na casa de um deles. Não havia adultos no local, os pais do menino estavam trabalhando. Minutos depois, a menina K. ligou para um dos garotos, perguntando se poderia encontrá- los. Chegando lá, o casal foi para o quarto e chamou um dos amigos para filmar a “brincadeira” com o celular. Dias depois, o vídeo de 12 minutos vazava na internet e a inconsequência do gesto passou a ser de domínio público. A história que abalou o município de 19 mil habitantes choca pela tenra idade dos envolvidos e pelo conhecimento deles sobre um ato que requer maturidade física e psicológica para ser realizado com prazer e segurança. E ecoa no País como um alerta para a urgência de a sociedade refletir sobre o acesso das crianças a informações que estimulam a sexualidade precoce.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, de 1996 a 2006 o percentual de garotas que perderam a virgindade até os 15 anos saltou de 11% para 33%. Nesta mesma faixa, 47% dos meninos já tiveram sua iniciação. “A erotização está começando cada vez mais cedo e de forma intensa”, afirma a psicopedagoga Qué zia Bombonatto, de São Paulo. “A fase de experimentação começa mais cedo e tudo é permitido.”

Especialistas são unânimes: na esteira do contato prematuro com o sexo vem uma série de problemas. Entre eles, não ter prazer (e se cobrar por isso), associar o sexo a algo errado e ruim, a gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis e dificuldades de relacionamento. A situação causa até impactos fisiológicos, acelerando a ebulição hormonal. A primeira menstruação das meninas, por exemplo, cai cerca de seis meses a cada geração. Hoje está em 12 anos, segundo o Ministério da Saúde.

 “Uma vida sexual saudável abaixo dos 14 anos é muito difícil”, explica o ginecologista Gerson Lopes, coordenador da Associação S.a.b.e.r. – Saúde, Amor, Bemestar e Responsabilidade. “Eles não estão preparados e a primeira vez acontece sem privacidade, carinho e prevenção.” É preocupante observar que o “ficar” está incluindo o sexo, afirma o médico. “Os jovens estão virando prisioneiros da própria liberdade, com angústias por não alcançarem o ideal distorcido de sexo que estão aprendendo.” Tanta insegurança os leva a cometer erros mais facilmente, como esquecer de usar o preservativo.

“Existe uma crença de que a mulher sexy e bela se dá bem na vida, tem mais chances de sucesso”, diz a psicopedagoga Maria Irene Maluf. “É um mecanismo que alimenta a sexualidade antes da hora.”

Ainda que família e escola se esforcem, uma cultura popular recheada de apelos sexuais complica a situação. Letras de música, filmes, novelas, seriados de tevê apimentados e até o excesso de vaidade na busca por perfeição física permeiam o cotidiano de crianças e adolescentes. “E o tesão é uma força avassaladora da natureza”, diz a educadora sexual Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan, de São Paulo. A saída para que esse sentimento poderoso aflore na hora certa é impedir ao máximo que a garotada tenha contato com o bombardeio erótico.

 

Posição da Doutrina Espírita sobre o tema:

No livro Vida e Sexo, Emmanuel alerta-nos para a importância da energia sexual e do seu adequado direcionamento como uma conquista no processo evolutivo do ser. Afirma-nos o autor espiritual:” Nos seres primitivos, situados nos primeiros degraus da emoção e do raciocínio, e, ainda, em todas as criaturas que se demoram voluntariamente no nível dos brutos, a descarga de semelhante energia se opera inconsideradamente. Isso, porém, lhes custa resultados angustiosos a lhes lastrearem longo tempo de fixação em existências menos felizes, nas quais a vida, muito pouco a pouco, ensina a cada um que ninguém abusa de alguém sem carrear prejuízo a si mesmo.”

Observamos que a fala do autor espiritual, que data dos anos 70 do século passado, já alertava quanto a necessidade de cada espirito conhecer e dominar  sua energia sexual, sem deixar-se governar simplesmente pela ditadura dos sentidos, como estamos observando nos dias atuais.

Manoel Philomeno de Miranda na obra: Sexo e Obsessão, discorre sobre os dias atuais e a crise de valores que presenciamos, afirmando” É natural que, num momento de transição de valores, campeiem o absurdo e o fantasioso, tentando adquirir cidadania moral, ao tempo em que empurram os cidadãos na direção do fosso da promiscuidade e do desespero, (…)

Torna-se indispensável quão imediata um nova ética-moral, a fim de que valores nobres granjeados pela sociedade no curso dos milênios, não se percam no chafurdar das paixões e no desprestígio das instituições, como o matrimônio, a família, a castidade, a saúde comportamental (…)”

Ante a seriedade do tema, cabe-nos indagar a responsabilidade de pais, educadores e da sociedade em geral quanto a proliferação de uma cultura sexólatra e consumista, que reduz as pessoas e as relações a simples troca de mercadoria e de prazer, onde quem tem “mais atraentes atributos” torna-se o alvo do assédio, bem como pode utilizar seus predicados para obtenção de vantagens e privilégios.

É fato que o acesso a informação tornou bem mais complexa a atuação da família, que em épocas passadas poderia simplesmente omitir-se quanto à discussão de temas considerados constrangedores. Por outro lado, não se pode simplesmente atribuir à mídia a única responsabilidade pelo estado atual no que se refere ao tema sexualidade.

A sociedade, de forma geral, não soube realizar as conquistas adequadas advindas com a construção de um novo modelo familiar,  que mostrou a necessidade de maior valorização da mulher, resgatando-lhe direitos sociais e dentro da família; no entanto, para muitos esta nova visão apenas reduziu-se a uma nova possibilidade, a plena liberalização sexual, que trouxe para o comportamento feminino a adoção de condutas sexuais consideradas reprováveis, como a promiscuidade, a infidelidade, como se estas fossem conquistas para aumentar o valor da mulher na sociedade, de modo geral.

A Terra vive a sua grande transição de mundo de expiação e provas para um mundo de regeneração, como nos afirma Philomeno de Miranda “ (…) Este é, pois, o grande momento para todos nós, que aspiramos uma vida melhor e mais ditosa.

Reflexionar e agir de maneira correta em relação às funções sexuais é dever de todo ser que pensa e que compreende a finalidade da existência.

Nesta hora de conturbação moral e de violência, de agressividade e de aberrações sexuais, de descontrole geral e de sofrimento de todo porte, cumpre-nos, a todos, somar esforços em favor dos princípios da dignidade huamna e da honradez, do equilíbrio no comportamento e da educação das gerações novas, único meio de oferecer ao futuro uma sociedade menos conturbada e deslindada dos terríveis cipoais da obsessão. À educação moral cabe a tarefa de construir um novo homem e uma nova mulher, que formarão uma nova e saudável sociedade para o porvir.”

JIZ – Grandes Encontros! [Cont]

“Caminho, Verdade e Vida. Nosso grito de guerra era o pior, éramos apenas seis pessoas, a nossa camiseta era aquela de político, sabe, pintada a mão, com um desenho verde horroroso. Só que as pessoas eram muito animadas. A gene pulou o tempo todo, demos o sangue nas provas e no final ganhamos de longe. Esse foi inesquecível! Acho que a proposta da Big Gincana deveria voltar. Afinal desafio e concorrência a gente tem a vida inteira e a gincana era é uma ótima escola para aprendermos a lidar com essas situações na rua. A interação é uma das melhores partes. Além de dar a oportunidade das pessoas conhecerem os trabalhos da casa e tornarem-se trabalhadores depois. O pessoal fala que acabou virando Big Encontro porque não tem mais espaço pra fazer as provas do dia e tal, mas eu acho que é tudo uma questão de adaptação e vontade. Gosto do Big Encontro, mas a Big Gincana…Muito Melhor!!”
Felipe Vaz – 3 Ciclo.

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Felipe Vaz, 20 anos, 3º Ciclo.“Com certeza a melhor Big Gincana foi Keoh (Caridade é o que há) X Sede Perfeitos. Foi a Big Gincana que rolou uma maior competitividade, a galera deu o sangue mesmo, todo mundo se conheceu e rolou uma interação bem bacana entre os ciclos. Os laços de amizades ficaram mais fortes. Pena que Sede Perfeitos ganhou no final. Mas eles sabem que a nós fomos os grandes vencedores (Daniel). Imagine, grandes vencedores…no final foi a gente quem ganhou não foi?!?Aquela foi a melhor Big Gincana, porque todo mundo levou a sério, participou e até hoje tem muita história pra contar. (Marcelo)

Daniel Gomes, 20 anos, 3º Ciclo. Marcelo Vaz, 20 anos, 3º Ciclo.    

JIZ – Grandes Encontros!

Vem aí 1º de Maio! Quem frequenta ou já passou pela Juventude sabe bem que todo ano nessa data (ou perto dela) acontece o nosso encontro de jovens que já foi chamado de Big Gincana e que hoje é apenas o Big Encontro!
Como estamos bem próximos desse dia de festa e bastante descontração, fomos perguntar a alguns jovens “Qual foi seu encontro de jovens inesquecível?” Não foram muitos os entrevistados, mas tivemos cada resposta… Confiram, Divirtam-se e Preparem-se, porque o próximo está cada vez mais próximo…

Alguns depoimentos ..Mariana Rodarte.

“Ah, cada encontro tem a sua história! Já párticipei de vários, mas nos últimos anos não pude vir. Esse ano com certeza vou participar! Detalhe: nunca ganhei, mas tá valendo. Me lembro bem da Equipe Mostarda com o nosso lema: “Nóis tarda mas não falha!” E é claro os “Naza, Nazarenos”, isso porque eu era a única menina! Acho que o Big Encontro é uma ótima interação entre os jovens e une o útil ao agradável. Além disso, acho que é uma ótima oportunidade ao pessoal que tá chegando, os meninos do 1º Ciclo, porque além de entrosá-los com os outros jovens é uma forma de mostrar que a prática da caridade é acessível a todos.”

Mariana Rodarte, 20 anos, 3ºCiclo. 

 

 

Fernanda e Pedro Lima

 

“No outro centro que nós freqüentávamos não tinha essas coisas. A gente chegou aqui bem na época, e isso foi ótimo para a gente se entrosar com o pessoal. Aqui todo mundo é animado tem interação (Fernanda). A primeira vez que nós participamos foi ano passado e eu adorei principalmente porque minha equipe ganhou! Esse ano com certeza vamos vir de novo (Pedro).” 

Fernanda Lima, 16 anos, 2º Ciclo e Pedro Lima, 14 anos, 1ºCiclo.

 

 

Daniel Ferreira

 

“Frequento o GEABL a mais ou menos 8 anos, mas nunca participei de nenhum Big Encontro nem Big Gincana, na época que era Big Gincana. Nunca me interessei, e quase sempre já tinha marcado alguma coisa no feriado. Mas esse ano, pode ser que eu vá se não tiver nada pra fazer.” 

 Daniel Ferreira, 17 anos, 2º Ciclo

 

 

  

 

Jiz da Semana

Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã.
(Dalai Lama)